segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Bernardo Kuster rebate ataques da grande mídia a apoiadores de Bolsonaro e denuncia infiltração comunista



Em pronunciamento no CPAC - Conservative Political Action Conference - Brasil 2019, Bernardo Kuster rebateu ataques da mídia a apoiadores de Bolsonaro e denunciou infiltrações comunistas ao longo da História. No ensejo, ele apontou suas preocupações com o Sínodo da Amazônia e sua relação com a ONU.

"Esta preocupação excessiva que a mídia tem tido com os Youtubers, por assim dizer, é porque eles estão com medo de nós. Nós temos feito barulho e provado que a internet é superior à mentira da mídia. Temos provado que ninguém aguenta mais as mentiras, as distorções e a violência que a mídia tem feito contra nossas vidas. A esposa de Eduardo Bolsonaro é a prova viva disso", asseverou.

"Podemos citar a infiltração de agentes da KGB no Brasil. Coisa que, se falarmos para certos setores da extrema-imprensa, nos terão como loucos, quando isso já é indiscutível. Existia uma conspiração no Brasil para transformá-lo em mais um satélite da União Soviética", complementou ele.

Neste aspecto, ele fez uma correlação da conjuntura atual com a história recente da Igreja Católica: "Infelizmente, por um acordo oficioso de um diplomata da Santa Sé com o Kremlin, o Concílio Vaticano II não condenou o comunismo, ainda que tenha sido uma demanda de vários padres conciliares. A igreja russa mandaria padres para o concílio e a igreja não condenaria o comunismo, mas poderia condenar o ateísmo e semelhantes. Agora, a questão do Sínodo da Amazônia: estou lá e percebo a mão da ONU em todos os lugares".
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