segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Jornalista da Globo insinua que Bolsonaro ignorou canonização de Irmã Dulce, porta-voz rebate e expõe desafio de Bolsonaro



O porta-voz da Presidência, General Otávio Rêgo Barros, falou a jornalistas sobre as atividades do presidente Jair Bolsonaro e do governo. Barros relatou que, entre as reuniões semanais com os ministros, Bolsonaro tratou do planejamento das desestatizações e das privatizações, além da avaliação dos avanços de cada ministério.

O porta-voz enfatizou o aumento da produtividade do agronegócio e a assinatura de um memorando de entendimento para a criação de um comitê de integração transfronteiriça entre Brasil, Uruguai e Argentina. Barros também relatou a queda no número de crimes, lembrando que o ministro Sérgio Moro afirmou que, se aprovado o pacote anticrime no Congresso, o número de crimes cairá ainda mais.

Os jornalistas concentraram suas questões nas disputas que ocorrem no partido do presidente, o PSL, e nas manchas de óleo que surgiram no mar do Nordeste. O porta-voz esclareceu que a possibilidade de o presidente sair do partido está aberta, sendo possível que ocorra um “divórcio”, usando uma metáfora comumente utilizada por Bolsonaro. No caso das manchas de óleo, o porta-voz lembrou que o governo está trabalhando na retirada do material e investigando sua origem.

Questionado se o presidente faria algum pronunciamento pessoal sobre a canonização da irmã Dulce, o porta-voz lembrou que o governo brasileiro enviou uma comitiva para participar da cerimônia, e relembrou a observação feita pelo presidente esta manhã aos jornalistas. Bolsonaro perguntou à velha imprensa: “Quando é que vocês vão mostrar as imagens das vaias que tive em Aparecida? Porque eu não as vi”.
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