segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Bolsonaro aponta perseguição política, rebate sobre AI-5, defende Paulo Guedes e alerta sobre Chile



Em coletiva de imprensa, o presidente Jair Bolsonaro pronunciou-se a respeito de polêmica envolvendo declarações de Eduardo Bolsonaro, explicou investimentos da Arábia Saudita para o Brasil, defendeu Paulo Guedes e alertou sobre a situação do Chile.

"Vamos respeitar a Constituição. Os senadores e deputados são invioláveis civil e penalmente por quaisquer de suas opiniões e votos. Não existe AI-5. Na Constituição anterior, existia. Para que punições? Só se for uma perseguição política. Abrir brecha para punir qualquer parlamentar por suas opiniões", argumentou.

"Lá na frente, se a população achar que ele não foi bem, não vote mais nele. Ele fez uma comparação hipotética para o caso de o que está acontecendo no Chile vir para o Brasil", acrescentou o presidente.

"O Paulo Guedes tem a mesma visão que eu. Ele gostaria que as três reformas estivessem aprovadas. É um economista. Está sendo bem recebido lá fora pelos números do Brasil. Até há pouco tempo, estava na Constituição que os juros não podiam passar de 12%. Revogaram para poder ir além disso. O FHC reduziu a inflação aumentando os juros a níveis estratosféricos. Agora, a taxa de juros está em cinco e pode chegar a quatro e meio", defendeu.
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