quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Eduardo Bolsonaro combate mentiras da mídia, expõe método de censura na CPMI das Fake News e abre o jogo



Em pronunciamento na "CPMI das Fake News", também conhecida como "CPI da Censura", durante depoimento do jornalista Allan dos Santos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, aventou como esta comissão está sendo direcionada para censurar as vozes que representam a direita e o conservadorismo.

"Há um flanco que a esquerda não domina. Que flanco é esse? É a internet. Nós temos oficialmente – ou tínhamos – 13 milhões de desempregados. Mas o que está dominando os debates? Fake news. O problema são os...? Memes. É inacreditável que o povo se preste a pagar os nossos salários para discutir esse tipo de tema", protestou o parlamentar.

"Então, Sr. Presidente, nesse sentido, eu venho aqui dizer, até parafraseando os Brasileirinhos – de que o Frota disse que não gosta... Eu adoro, inclusive indico Brasileirinhos. Eles fazem que... Diante desse tipo de embate, a gente deve, na verdade, é fazer memes. E eu sou favorável a que se mantenha o anonimato. Sabe por que, Sr. Presidente? Se nós não tivermos o anonimato, outras pessoas serão intimidadas com essa atitude como a de trazer o Allan aqui. O Allan não veio aqui para prestar esclarecimentos e para melhorar, desfazer fake news, não. O Allan veio aqui como uma maneira de intimidar todos aqueles que apoiam Bolsonaro. Eu não tenho a mínima sombra de dúvida com relação a isso. É como os próprio Brasileirinhos falam, os caras estão te dando porrada, aí ficam lá: 'Mostra a cara, mostra a cara'. É o mesmo que dizer: tira o colete a prova e balas, porque eu quero dar um tiro no meio de você", explanou o deputado.

"Ficam perguntando aqui: 'Allan, você tem contato com tal pessoa? Allan, você tem contato com aquela pessoa?'. Por quê? Porque aí amanhã eles vão vir aqui e vão chamar todo mundo. O apetite deles é tão grande que eles estão querendo chamar todo mundo que assinou o Apoia.se aqui para o Terça Livre. E essa estratégia, Sr. Presidente, não se resume aqui ao meio político, não. Se nós olharmos a grande imprensa, por exemplo, nada tira da minha cabeça a Folha de S.Paulo; fez o GPS ideológico da Folha, um mapeamento do Twitter, para saber quem é que está na extrema direita, na extrema esquerda e no centro", complementou.
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