sábado, 14 de dezembro de 2019

Paulo Guedes aponta 'crime contra os trabalhadores brasileiros' e 'armas de destruição' de empregos



Em pronunciamento por ocasião de evento no BNDES, Paulo Guedes, ministro da Economia do Governo Bolsonaro, protestou diante dos altos encargos trabalhistas e de outras fontes de desestímulo à geração de empregos.

"O Estado foi capturado. Os aumentos das tarifas se tornaram aumentos de salários. Não vira uma provisão de serviços para a população brasileira. A estrutura colapsou nas últimas décadas. O crescimento sustentável de um país exige investimentos em educação, saúde e tecnologia", asseverou.

"Os países mais atrasados têm um problema básico. É a própria compreensão do problema do crescimento. Acham que é só fazer fábrica, trazer mão de obra para o mercado de trabalho. O Brasil também não está fazendo bem. Um país que tem encargos trabalhistas, impostos sobre folha de pagamento que duplicam o custo da mão de obra, não vai gerar empregos", acrescentou ele.

"Tem 40 milhões de brasileiros sem carteira assinada. Não contribuem para a Previdência. O cara não consegue emprego. Quebra a previdência. No futuro, vai envelhecer e vai precisar da previdência. Impostos sobre folha de pagamento são os mais cruéis. Dezenas de milhões de empregos são destruídos. Armas de destruição em massa, um crime contra o trabalhador brasileiro", criticou o ministro.
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