quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Paulo Guedes expõe iminência de queda 'brutal' no preço do gás e mostra planos de Bolsonaro para empresas



Em palestra no "2º Macro Day - Banco BTG Pactual", ocorrida neste ano, Paulo Guedes, ministro da Economia do Governo Bolsonaro, aventou como prevê uma queda acentuada no preço do gás, performando um "choque de energia barata" que possibilitará a reindustrialização do Brasil.

"A ideia é a seguinte: O BNDES, em vez de ser a fábrica de campeões, ele encolhe e o trabalho dele é qualitativo. Primeiro, vai conectar nas privatizações. Essas coisas estavam andando e, de repente, chega o choque da energia barata. Esse negócio, realmente, o gás da Bolívia já está caindo. O 'gás companheiro' já está sendo reprecificado. Quando está com companheiro, é sempre mais caro", opinou o ministro.

"Vem o gás da Argentina e o do Pré-Sal, que vamos acelerar. Isso vai, realmente, derrubar. Quando esse outro vier, vai derrubar, também, o preço do botijão. A energia barata vai possibilitar reindustrializar o país. O Brasil cobra o dobro do que países que não tem o gás. Exatamente por causa do monopólio estatal: na produção, na distribuição", argumentou o ministro.

"Se você quebra os dois, o preço cai 40% em dois anos. (...) Começamos a trabalha com dois grupos. Liberdade econômica aplicada: em vez de demorar 8 meses para abrir empresas, como abrir em 2 dias? E comunica depois para outro órgão. Abre desde já. Não tem que pedir licença para criar emprego. Abre e, depois, informa. Informa aos servidores públicos, não às 'autoridades'. Primeiro, produzimos. Essa é a linha", realçou Guedes.
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