quarta-feira, 27 de maio de 2020

General Braga Netto e General Ramos rebatem jornalista sobre ações de Bolsonaro e dão aula



Em coletiva de imprensa, os generais Ramos e Braga Netto responderam a um jornalista sobre a vinculação do Exército Brasileiro com ministros que ocupam cargos da ativa, apresentaram a perspectiva ideológica do Governo Bolsonaro e expuseram a capacitação dos generais para suas funções.

"Golpe, para mim, é algo absurdo. Este é um governo conservador-liberal. Ele é conservador porque se pauta em valores. Deus, família, liberdade, valores éticos e morais, contra a corrupção. Esse é o sentido do 'conservador'. E, do liberal, é o sentido da liberdade econômica, o caminho da prosperidade. O Pró-Brasil é uma ferramenta e o caminho da liberdade é uma lei. Para mim, é um governo conservador-liberal", asseverou o general Braga Netto.

"Eu estou na ativa porque foi uma opção do momento. O presidente da República é o comandante supremo das Forças Armadas. Ele me convocou para estar aqui e estou aqui como cidadão que foi integrante do Alto Comando do Exército. Não há ligação de eu estar aqui representando o Exército. Eu represento, sim, pela minha responsabilidade por ter sido um oficial-general da ativa. É um peso que carrego para fazer o melhor de mim", salientou o general Ramos.

"Não há influência política que seja ligada ao Exército (...) Falam que tal ministro general não foi preparado. Olhem a experiência de vida que tive. Conflitos, em várias oportunidades eu sentei à mesa para fazer resgates, negociação o tempo todo, missões de paz. Os senhores acham que um general chega a general sem experiência de vida? Precisei de paciência, de ceder, de lidar com crises, de negociar. Isso não me capacitou para fazer hoje o que faço?", acrescentou.
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