sexta-feira, 8 de maio de 2020

Ministro de Bolsonaro, Ernesto retruca FHC e ‘paladinos da hipocrisia’: 'Não é com clichês globalistas nem com mentiras que se defende a Constituição'






O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, respondeu a ataques de alguns ex-presidentes e ex-ministros socialistas, em um texto em que defende as liberdades individuais e a soberania brasileira. O ministro disse: “Os paladinos da hipocrisia que são FHC, Ricupero, Amorim e figuras ainda menores precisam vir aprender conosco como se defende a Constituição. Não é com clichês globalistas. Não é com mentiras. Não é com nostalgia de um Brasil apático e corrupto. É com fé e amor pelo povo brasileiro. Se querem implementar de novo seus falidos projetos de política exterior para servir a um sistema de corrupção e atraso, muito bem. Apresentem esse projeto ao povo e disputem uma eleição. Não fiquem usando a Constituição como guardanapo para enxugar da boca a sua sede de poder”.


Ouça o texto do ministro Ernesto Araújo: 

O Brasil de pé diante do mundo pela liberdade.
O Itamaraty executando uma política externa que honra e defende a Constituição:
Art 1º § único: Todo o poder emana do povo.
Art 4º: O Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: A independência nacional…
No MRE hoje respeitamos e defendemos sem descanso os princípios constitucionais da Nação.
Independência nacional é soberania. Não deixamos organismos internacionais legislarem no lugar do nosso Congresso. Quem propõe "governança global" é que fere a Constituição Federal.
Aplicamos todos e cada um dos princípios constitucionais. Atuando para desmantelar a rede de corrupção, ditadura, narcotráfico e t********* que é o Foro de S. Paulo, fizemos mais pela integração latino-americana do que volumes e volumes de discurseira integracionista.
Trabalhando pela liberdade de expressão, pela liberdade religiosa, pelo direito sagrado à vida, estamos aplicando o princípio da prevalência dos direitos humanos.
A Constituição também diz: "Cooperação entre os povos pelo progresso da humanidade". É o que promovemos. Não diz "cooperação entre as ONGs" nem "cooperação entre os secretariados de organismos internacionais". Não temos medo do povo. Nem do povo brasileiro nem do conceito de povo.
Defendemos a paz e a solução pacífica dos conflitos. Mas a solução pacífica de um conflito tem de ser, além de pacífica, uma solução. Não usamos esse conceito como desculpa para virar a cara para o outro lado. E a paz não é só ausência de conflito, também exige liberdade e dignidade.
Igualdade entre os Estados é fundamental. Mas não aceitamos que essa igualdade seja manipulada para a construção de uma ordem mundial totalitária que não respeitaria a igualdade de ninguém.
Repudiamos o t********* não somente dizendo que o repudiamos da boca para fora, mas favorecendo mecanismos para investigá-lo, puni-lo e erradicá-lo.
Repudiamos o racismo onde quer que ele se esconda, por exemplo entre os que afirmam que certos povos "não são capazes de viver em democracia" e precisam de um "governo forte".  Todos os países, raças e culturas precisam de liberdade.
Concedemos asilo a quem sofre perseguição. Não concedemos asilo a t*******tas e criminosos da pior espécie como Cesare Battisti.
Os paladinos da hipocrisia que são FHC, Ricupero, Amorim e figuras ainda menores precisam vir aprender conosco como se defende a Constituição. Não é com clichês globalistas. Não é com mentiras. Não é com nostalgia de um Brasil apático e corrupto. É com fé e amor pelo povo brasileiro.
Se querem implementar de novo seus falidos projetos de política exterior para servir a um sistema de corrupção e atraso, muito bem. Apresentem esse projeto ao povo e disputem uma eleição. Não fiquem usando a Constituição como guardanapo para enxugar da boca a sua sede de poder.

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