domingo, 7 de junho de 2020

Deputados de Bolsonaro, Filipe Barros e Jordy confrontam Toffoli, Moraes e Lewandowski, ministros do STF



Em transmissão ao vivo, os deputados federais Filipe Barros e Carlos Jordy, aliados do presidente Jair Bolsonaro, assestaram violações à Constituição Federal e aos direitos de cidadãos ao se pronunciarem a respeito do "inquérito das Fake News", que tramita no STF, e no que concerne à CPMI "Fake News".

"Esse inquérito, quando surgiu, investigaria ameaças à vida e à integridade de ministros e de suas famílias, motivo pelo qual ele foi, desde a sua criação, sigiloso. Essa foi a argumentação que o ministro Dias Toffoli usou para criar esse inquérito. A interpretação que Toffoli teve já foi extensiva (...). Com o passar do tempo, ele já passou a ser usado para censurar a imprensa", encetou Filipe Barros.

"Com o passar do tempo, ele passou a ser usado para censurar a imprensa. Todo mundo deve se lembrar da reportagem que a Crusoé fez, no ano passado, da ligação do Dias Toffoli com Marcelo Odebrecht. A história do 'amigo do amigo do meu pai'. Eles mandaram censurar, retirar do ar essa matéria, e convocaram os jornalistas a prestar depoimento na Polícia Federal", salientou ele.

"Depois disso, foi criada a CPMI das 'Fake News'. Criada por um deputado do DEM, Alexandre Leite, que, na primeira reunião, pediu para sair, pois a CPI seria utilizada para fins políticos. Foi autorizada pelo senador Davi Alcolumbre, também do DEM. Entrei com mandado de segurança no STF para proibir a criação, pois ela não tinha objeto determinado, mas o Lewandowski, o mesmo ministro que rasgou a Constituição no impeachment da Dilma e a deixou elegível, indeferiu", frisou o deputado.
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