quarta-feira, 22 de julho de 2020

General Heleno retruca e aponta manipulação da Revista VEJA: ‘Cheio de fake news, finalidade de prejudicar o interesse nacional’





O ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General Augusto Heleno, respondeu a matéria da revista Veja, que descrevia supostas agressões a indígenas. O general Heleno disse: “Lamentável a matéria da Veja, descrevendo a reunião de órgãos governamentais sobre proteção de “índios isolados e de recente contato”. Cheio de fake news, tenta caracterizar um ambiente de ofensas e conflitos que não ocorreu. É um texto mentiroso na sua manchete e no seu conteúdo. Tem a clara finalidade de gerar mal estar e prejudicar o interesse nacional. O Ministro Barroso comprovará o que estou afirmando quando receber a gravação do evento”.




O ministério da Defesa também respondeu à velha imprensa, rebatendo matéria do jornal O Estado de São Paulo. Leia a nota: 

O Ministério da Defesa (MD) esclarece que a matéria “Militares criticam falta de recursos contra desmatamento, mas usam dinheiro para pintar unidades”, publicada no Jornal O Estado de São Paulo, em 20 de julho, contém graves equívocos, que conduzem o leitor à desinformação.

Inicialmente, cabe destacar que informações sobre o tema, prontamente prestadas ao jornalista, foram ignoradas no texto da matéria. Conforme nota enviada em 16 de julho, “o material a ser adquirido será utilizado na manutenção das bases e unidades envolvidas na operação, incluindo a construção de uma agência em Sinop, que permitirá ampliar ainda mais a capacidade operacional e de fiscalização”. A pintura é, dentre as técnicas anticorrosivas existentes, uma das mais eficazes para prolongar a vida útil de materiais, especialmente embarcações.
Ao contrário do que afirma a matéria, o Comando do 6º Distrito Naval (Com6ºDN), com sede em Ladário (MS), está presente, desde 1827, nas regiões de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. O último é um dos nove estados componentes da Amazônia Legal e, por isso, tem atuado desde maio no combate aos crimes ambientais na Operação Verde Brasil 2, com uso de meios navais, que operam nos rios Paraguai, Cuiabá e Teles Pires, aeronavais e terrestres. Assim sendo, é igualmente errônea a afirmação que os itens adquiridos não serão utilizados nas unidades empregadas na Operação Verde Brasil 2.
Além dos meios navais, aeronavais e terrestres empregados no Estado do Mato Grosso, a Marinha possui uma Capitania Fluvial em Cuiabá, agências em Cáceres e São Felix do Araguaia e pretende iniciar, ainda no corrente ano, a construção de mais uma agência em Sinop, fortalecendo assim a atuação e, consequentemente, a fiscalização na região.
Com relação ao orçamento, uma vez que os recursos específicos para a Verde Brasil 2 ainda não foram disponibilizados, dependendo de aprovação pelo Congresso Nacional, conforme já amplamente noticiado nos veículos de imprensa, o Ministério da Defesa adiantou recursos orçamentários previstos da rubrica de GLO para o pagamento de horas de voo iniciais da Operação.
Os resultados da Operação Verde Brasil 2 já ultrapassam os números da Verde Brasil 1, realizada no ano passado. Só o valor total das infrações, que alcançou a marca de R$ 406.989.938,71, já supera em três vezes o resultado anterior.
O MD esclarece, uma vez mais, que os dados são apurados e enviados diariamente pelos Comandos Conjuntos. As autuações, prisões, apreensões e inutilizações são de competência exclusiva dos órgãos encarregados. Assim, a Operação Verde Brasil 2 é o resultado da atuação das Forças Armadas e de diversos Órgãos e Agências, que conduzem ações para reprimir os delitos ambientais na Amazônia. Os valores numéricos apresentados consolidam tais resultados, sendo o somatório das ações dos órgãos envolvidos.
Por fim, apesar dos inúmeros esclarecimentos já prestados por este Ministério, a matéria, uma vez mais, insiste em desinformar o leitor, ao afirmar que os resultados foram inflados. Ao contrário do que apresenta, os dados fornecidos correspondem à realidade.

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