sábado, 8 de agosto de 2020

General Paulo Chagas retruca ‘seita petista’, detona Jacques Wagner e expõe planos do Foro de São Paulo



Em pronunciamento por meio de suas redes sociais, o general Paulo Chagas rebateu procuradores do Ministério Público lotados em Pernambuco, apontou valores do que qualificou como “seita petista”, criticou o senador petista Jacques Wagner e apontou planos estratégicos do Foro de São Paulo.

Leia as declarações do oficial:

“MPF/PE ataca o estadista Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco!

Caros amigos,

Passados alguns poucos anos do fim da era pós-moral, representada pela hegemonia petista na vida nacional, assistimos a nova agressão dos inebriados da "seita" aos valores militares, desta vez por obra e graça de Procuradores do Ministério Público Federal lotados na capital pernambucana.

Os pobres contaminados movem ação judicial para que o Ministério da Defesa altere o nome de um prédio residencial, Edifício Marechal Castelo Branco, em construção pelo Comando da 7ª Região Militar, no Recife, certamente para outro qualquer que represente a essência das suas convicções ideológicas.

Pautam o absurdo nas "recomendações" do relatório da Comissão Nacional da "Verdade" (que deveria chamar-se da "Calúnia"), algo inútil e falso, porquanto é resultado de um trabalho baseado na ilegalidade e no sectarismo.

Há algum tempo, escrevi para um petista em função de Ministro da Defesa, Jacques Wagner (JW), que a História Militar brasileira é feita de valores perenes e imutáveis que, por serem assim, são cultuados e preservados pelos Soldados do Brasil, desde os Guararapes.

Aquele Ministro, quando Governador da Bahia, coerente com os objetivos estratégicos do Foro de São Paulo, trocou o nome de uma escola, substituindo o nome de um General, antigo Presidente da República (Emílio Garrastazu Médici), pelo de um terro*****, fanático e sanguinário (Carlos Marighella), cujo ideário macabro, exportado na forma de “minimanual" de guerrilha, levou inocentes à morte no Brasil e em muitas outras partes do mundo!

Critérios moralmente inexplicáveis levaram JW à tomar daquela absurda decisão, incoerente com a lógica em qualquer tempo da história da humanidade.

Nunca haverá perdão para um ato de tamanho desrespeito, pois agrediu moralmente a história, os valores e os personagens que fazem das FFAA brasileiras as instituições mais respeitadas e prestigiadas pela sociedade a que servem!

Quaisquer tentativas de mudá-los ou de desprestigiá-los, seja pela razão que for, tornam-se inócuas, inapropriadas e desrespeitosas.

Inócuas porque jamais conseguirão dobrar a natureza dos soldados. Inapropriadas porque visam a objetivos ideológicos rejeitados pela Nação e fora do contexto da natureza do homem brasileiro. E desrespeitosas porque desconsideram os valores inarredáveis que fazem admiradas, em todo o mundo, as Forças Armadas do Brasil!

Os integrantes do MPF/PE, signatários deste despautério, perdem seu tempo e desperdiçam os escassos recursos públicos que pagam seus salários para, em tempos de pandemia, agir, como já disse, de forma inócua, inapropriada e desrespeitosa.

Como diria o Capitão Nascimento: ‘Não passarão’!

Gen Paulo Chagas”.


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