sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Paulo Guedes aponta ‘manicômio’, desabafa sobre ataques e mostra planos audaciosos - Governo Bolsonaro



Em debate com deputados e senadores, Paulo Guedes, ministro da Economia do Governo Bolsonaro, expôs a importância de investimentos nas Forças Armadas, apontou um “manicômio” tributário vivenciado por empresários que atuam no país e mostrou planos audaciosos para reestruturação econômica.

Guedes rememorou as posições do economista Roberto Campos: “Ele dizia: ‘Eu sei, Paulo, que vocês gostam desses impostos mais elegantes – o IVA, o Imposto de Renda –, só que, ligado a esses impostos elegantes, você tem um exército de tributaristas, um exército de fiscais, um exército de advogados, ou seja, o custo de gerir esses impostos é proibitivo, é absurdo’. Ele é que usava esta expressão: ‘Isso é um manicômio tributário, isso é um inferno’. Então, ele dizia: ‘Por mim, eu teria um governo muito simples: ia ter um imposto só’. Ele dizia que ia ter um imposto só, que não teria declaração, não teria fiscal, não teria contador, não teria sonegação, não teria nada, que é justamente esse imposto que ele e o Marcos Cintra defendiam, que é o imposto único”.

Neste contexto, ele enfatizou a necessidade de ênfase na educação e no desenvolvimento tecnológico. O ministro asseverou: “É algo que tem se falado pouco no Brasil realmente, mas são ciência e tecnologia que estão por trás da riqueza das nações. Países sem recursos naturais, como o Japão, enriqueceram justamente investindo nisso. Países com dificuldades ainda maiores, como, por exemplo, Israel... O Presidente, durante a campanha toda, dizia: "Vejam o que Israel não tem e vejam o que eles conseguem fazer graças à tecnologia". Então, isso aí é uma preocupação. Eu acho que da mesma forma é educação, ciência e tecnologia. 


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