segunda-feira, 7 de setembro de 2020

General Girão questiona ministros do STF, confronta e ironiza medidas contra apoiadores de Bolsonaro



Por meio de suas redes sociais, o deputado federal General Girão questionou Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, ministros do STF, a respeito de manifestações da esquerda ocorridas na Avenida Paulista. Ele declarou: “Estou aguardando o ‘diligente e preocupado’  ministrinho do STF determinar a abertura de investigação para apurar as responsabilidades  da ‘manifestação pouco democrática’ ocorrida na Av Paulista. Será que vai decretar a quebra do sigilo bancário dos deputados federais que organizaram?”.

No ensejo, o parlamentar fez um desafio a Carmen Lúcia após ela pedir explicações do presidente Jair Bolsonaro a respeito da presença das Forças Armadas na Amazônia: “A Amazônia brasileira sempre foi motivo de cobiça internacional. Agora, vem a Min Carmem Lúcia querendo saber sobre os militares das FFAA na Amazônia. Ora, por que a Sra não vai passar uns dias por lá? Como autoridade, deveria saber os desmandos que o STF já provocou na região”.

Ademais, ele apontou como o STF distorce a aplicação da Constituição Federal de acordo com o alvo, relatando: “Há 04 anos, nossa Constituição Federal começou a ser ‘relativizada’ quando o Min Lewandowski, que presidia a Comissão de Impeachment da Dilma, propôs que não houvesse a perda dos direitos políticos da mesma. Absurdo! Um processo de crime de responsabilidade exigia essa perda. Hoje, temos nova ‘relativização’, quando o mesmo STF autoriza investigação contra deputados federais, dentre os quais me incluo, nos acusando de participar de manifestações antidemocráticas. Ora, pelo art. 53 da Constituição Federal, ‘somos invioláveis pelas opiniões,  palavras e votos’. O Senado precisa ‘abrir as gavetas’ e colocar o STF no seu devido lugar. ‘Brigas intestinas’ não são novidade dentro do STF. Desde os tempos do Mensalão do PT que somos envergonhados com agressões entre ‘os atores’ do programa da TV Justiça. Mais para vilões do que mocinhos".

O oficial também comentou: “Enquanto os governos federais do PT assaltavam a Petrobrás e a produção de petróleo do Rio Grande do Norte diminuía a passos largos, os ‘diligentes e preocupados’ políticos do PT e seus apoiadores não enxergavam nada. Toda força às ações de desestatização (...) A população brasileira já decidiu, no voto, em 2018, o que ela quer para presidir o Brasil. Se algum ministro se acha acima de qualquer suspeita, e possuidor de representatividade junto aos cidadãos, deveria caminhar nas ruas e andar nos aviões. Isso é democracia”.


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