quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Advogados do presidente Donald Trump denunciam ‘esquema massivo’ e centralizado para alterar eleição


Os advogados do presidente Donald Trump e sua campanha concederam uma entrevista coletiva para explicar a atual situação e os processos que pretendem conduzir para comprovar que houve fraude na eleição americana. 

O ex-prefeito de Nova York, Rudy Giuliani, apresentou centenas de casos de manipulação na contagem de votos, apontando que a campanha tem os testemunhos juramentados de centenas de americanos que testemunharam fraudes que levaram à contagem de milhares de votos nulos. Giuliani relatou que houve votos falsos, votos contados múltiplas vezes, eleitores não-registrados, entre diversos outros casos. 

Rudy Giuliani afirmou: “O que emergiu rapidamente foi que não é uma fraude isolada, em um estado. Há um padrão, que sugere que há um plano, de um local centralizado, para executar uma fraude”. Segundo o advogado, o esquema focou particularmente em grandes cidades, e em especial nas em que há um histórico de fraudes”. 

Giuliani explicou que os fatos apresentados vêm de testemunhos juramentados, e assim não é correto que a velha imprensa afirme que não há provas. Ele explicou que as declarações podem ser contestadas, mas afirmar que elas não existem é desonestidade intelectual. E afirmou: “O que está acontecendo neste país é horrível, e a censura que vocês estão impondo torna tudo muito pior”. 

A advogada Sidney Powell faltou sobre o uso do software Dominion, afirmando que houve interferência estrangeira nas eleições, com o uso do software, “criado na Venezuela a pedido de Chavez para garantir que ele jamais perderia a eleição”.  A advogada explicou que a campanha tem o testemunho de um ex-funcionário que relata que uma das principais características do software é a possibilidade de trocar votos entre os candidatos. 

Sidney Powell afirmou que, embora possa haver jurisdições que desconheciam a característica do software, certamente algumas sabiam, e procedimentos criminais devem ser iniciados imediatamente. Ela acrescentou: “Não há dúvida de que o programa foi usado em outros países, sabemos que a Venezuela exportou o programa com este propósito”. A advogada garantiu que a equipe não irá desistir: “Nós vamos tomar este país de volta”. 

A advogada Jenna Ellis explicou que a equipe fez apenas uma apresentação inicial do que será levado aos tribunais e reforçou: “A intenção não é mudar o resultado, é garantir a integridade das eleições”. Ela afirmou: “Se a imprensa não está cobrindo isto de forma apropriada, você deve se questionar por quê”. A advogada explicou ainda que as provas não são apresentadas à velha imprensa devido à clara parcialidade, acrescentando que os repórteres não poderiam ser admitidos como jurados em uma corte de Justiça. A advogada também afirmou que considera inaceitável, do ponto de vista jornalístico, que a velha imprensa repita que não há provas mesmo quando as provas são apresentadas. Ela afirmou: “Nós não seremos intimidados e não vamos parar”. 

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