domingo, 8 de novembro de 2020

General, deputados e jornalistas se pronunciam sobre conflito entre Trump e Biden, fraudes e eleições nos EUA



Deputados, jornalistas, políticos, escritores, filósofos e personalidades em geral pronunciaram-se, por meio das redes sociais, a respeito do conflito entre Donald Trump e Joe Biden, abordando o risco de fraude nas eleições dos EUA e as medidas tomadas na Justiça. 

As personalidades refletiram acerca das consequências para o Brasil, abordando prognósticos no que concerne ao futuro da política norte-americana e possíveis desfechos para as eleições presidenciais.

O deputado federal General Girão, aliado do presidente Jair Bolsonaro, ressaltou: “Qualquer que seja o resultado das Eleições nos EUA, somos um país continente, temos história de sermos de paz, e somos respeitados em nossa soberania. Nada há a temer, exceto o inimigo interno, sob a alcunha de oposição raivosa, que não mede palavras para falar mal do Brasil. De tudo que acontece, devemos retirar ensinamentos. Dessa ‘trapalhada’ que tem sido as Eleições de 2020 nos EUA, fica uma grande lição: precisamos do voto impresso no Brasil. Vamos trabalhar por isso em 2021. Se concorda, espalhe a ideia: #VOTOIMPRESSOEM2022”.

Paulo Eduardo Martins, deputado federal, criticou a postura parcial da velha imprensa. O parlamentar questionou: “O Biden foi declarado presidente pela imprensa ou pela justiça? Se foi pela imprensa,  a situação é a mesma de antes da eleição.

Parece que para alguns é difícil entender que questionar a cobertura de parte da imprensa nada tem a ver com não aceitar resultado de uma eleição.  Não cabe a mim aceitar ou não. Isso é para os cidadãos americanos. Nós podemos observar e opinar, mesmo quem não é ‘do bem’. Mesmo se a justiça declarar sua vitória, as condições de governabilidade serão ainda mais terríveis do que já foram, pois diante do cenário criado, a tensão decorrerá da suspeição da legitimidade. É a situação em que o cara ganha e não leva”.

Paulo Mathias, apresentador do programa Morning Show, da Jovem Pan, pontuou: “Manchete: ‘Biden é eleito presidente dos EUA, mas resultado final ainda depende de decisão da justiça americana’. Se não houve o resultado final, então ele não foi eleito ainda. Ou estou ficando maluco?. Eleição sem qualquer possibilidade de auditoria é como ver um filme com os olhos vendados. Você tem que acreditar no que te contarem sobre ele. A checagem é fundamental para a democracia”.

A deputada federal Bia Kicis, por seu turno, rebateu Gilmar Mendes, ministro do STF, e fez uma admoestação: “Vamos aguardar a justiça decidir se houve ou não fraude nas eleições americanas e quem é o vencedor. Até lá, toda manifestação, inclusive de autoridades brasileiras,  é precipitada e desrespeita a Justiça e o povo americano. Para Gilmar Mendes, as urnas eletrônicas são rápidas, seguras e confiáveis. Os problemas com o software usado em alguns estados americanos mostram que o sistema eletrônico pode ser rápido, mas longe de ser seguro. Lá eles podem recontar. Aqui, temos que acreditar como um dogma incontestável. As urnas eletrônicas utilizadas no Brasil são mesmo muito seguras... para quem frauda”.

Carla Zambelli, ademais, respondeu a uma declaração do ministro Barroso, do STF, e questionou: “Por que alguns ministros do Supremo têm tanto ódio do voto impresso?”.

Caroline de Toni, por sua vez, assestou como a esquerda teria utilizado de subterfúgios e estratagemas desonestos para derrotar Trump: “A eleição americana estaria definida a favor do Trump não fosse o jogo sujo e as trapaças da esquerda e da mídia ao longo desse ano: é pesquisa falsa, é uso político da pandemia, é votação antecipada por correio, é fraude na contagem, é fraude na divulgação. Sem condições!”.

Roberto Jefferson, presidente do PTB, retrucou Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados: “Rodrigo Maia já correu para dar os parabéns ao Bidê e disse que a suposta vitória dele “restaura os valores da democracia”. Onde precisa restaurar a democracia é na Câmara, pois lá só se vota o que quer esse cara que pensa que é primeiro-ministro. Caradurismo explícito”. Ademais, ele retrucou Lula: “Lula disse que o mundo respira aliviado com a vitória de Bidê nos Estados Unidos. Já no Brasil, a grande maioria da população não pode respirar aliviada enquanto o líder do maior esquema de corrupção da história continuar solto e debochando da cara dos brasileiros”.

O deputado federal Bibo Nunes, por sua vez, aquilatou: “Para o Brasil, a vitória de Trump é vital, pois Bolsonaro é um grande aliado e isto beneficia nosso País. Caso vença Biden, teremos dificuldades e atritos pela Amazônia. Trump necessita vencer para impedir a hegemonia chinesa no mundo. Brasil acima de tudo!”.

Chris Tonietto, deputada federal aliada de Bolsonaro, desabafou: 

“Se alguém ainda tem alguma dúvida de que a eleição de Biden foi uma desgraça, basta ver quem são os que comemoram sua vitória. Os EUA perderam uma grande oportunidade de reeleger um Presidente que realmente defendia os nossos valores.  Dia triste para o mundo!

Sei que as eleições presidenciais norte-americanas não estão definidas, graças a Deus! Contudo, não deixa de ser um dia triste ver a quantidade de oportunistas de plantão e de falsos arautos da moralidade e da democracia ao enaltecer uma pseudo-vitória propagada pela mídia!”.

Flávio Quintela, jornalista, escritor e tradutor, explicou a falta de legitimidade jurídica da mídia corporativa norte-americana para declarar vencedores: 

“Só uma informação: nem CNN, nem CBS, nem FOX, nem NYT, nem WaPo e nenhum órgão de mídia tem poder pra declarar o vencedor da eleição. Isso só acontecerá dia 14 de dezembro, a não ser que Trump conceda a vitória, o que é pouco provável.

A eleição no Colégio Eleitoral acontecerá somente no dia 14/dez. Até lá, nada está definido. Trump não tem obrigação de conceder vitória se ele tiver base legal para contestar resultados em determinados estados.

Isso não é golpe. É prerrogativa legal”.

A deputada federal Major Fabiana comentou: “Por um momento, imaginei o resultado de uma eleição em 2022 dependendo da nossa “corte suprema” e me deu uma angústia…”.

O jornalista Ben Shapiro pontuou: “Todos os votos legalmente lançados devem ser contados. Todo voto ilegal não deve. Fim da história”.

O jornalista e economista Rodrigo Constantino criticou aqueles que festejam uma possível vitória do Partido Democrata: “Quem festeja a vitória do atual Partido Democrata, de Kamala Harris e AOC, como ‘combate ao populismo’, ou não faz a MENOR ideia do que está falando (ignorante), ou é um baita de um ESQUERDISTA”. 

Antes do início da votação, a jornalista e esportista Ana Paula Henkel ironizou: 

“Vitória de Biden: - as instituições americanas são sólidas. 

- é preciso respeitar a vontade do povo americano. 

Vitória de Trump:

- o colégio eleitoral é totalmente injusto. É preciso mudar o sistema. 

- americanos são fascistas”.

Paulo Figueiredo Filho, empresário, economista e jornalista, asseverou:

“Fiquem tranquilos que a Globo News e o Guga Chacra não vão deixar a Suprema Corte ameaçar a democracia americana!

Não se assustem: a mídia decretando no grito o vencedor da eleição não tem NENHUM valor legal. A eleição de fato, com os votos dos eleitores do colégio eleitoral, é dia 14/12. Até lá, seguem as apurações, disputas judiciais e eventuais recontagens - e veremos. Para que a pressa?

Donald Trump: Biden está correndo para falsamente se declarar presidente eleito. Na segunda, a campanha começa os processos legais para que todos os votos legais - e apenas os legais - sejam contados.

Deixando ainda mais claro: eu NÃO estou dizendo que Trump ganhou ou ganhará a eleição. Apenas que Biden ainda não ganhou. Quem tiver obtido os votos LEGAIS necessários, conquistará os eleitores do colégio eleitoral e será president-elect em dezembro, na forma da lei.

Vocês sabem que só na Pennsylvania, cerca de 60 observadores republicanos já se prontificaram a testemunhar, sob juramento, que tiveram seu direito de acompanhar a contagem dos votos cerceado? E aí?

Eu nunca disse que Trump ia ganhar a eleição, apenas que ela não estava ganha para o Biden, como diziam. Estava certo, haja o que houver. 

Agora eu não estou dizendo que houve fraude. Eles é que estão afirmando que não houve. Eu só quero que os indícios sejam apurados com rigor”.

O jornalista Guilherme Fiuza satirizou: “Fique em casa que os fantasmas votam pra você”. Ademais, ele complementou: “O Biden vai declarar vitória, eles querem levar de qualquer maneira. A gente percebe que existe algo pior, que é uma claque, a grande imprensa virou uma claque. A gente nota que esta claque é desonesta, eles estão fazendo o mesmo refrão desde a eleição passada”.

No ensejo, Fiuza acrescentou: “Não seria possível quebrar as pernas de uma democracia sem operar o instrumento básico dela – o voto. Foi encantador ver a pirataria embaçando tudo, transformando a vontade do eleitor confinado em malotes voadores ao sabor da picaretagem diligente”. Consoante o comunicador, a eleição está eivada de suspeitas de vícios: “Numa eleição infestada de suspeitas que serão investigadas, antecipando-se a certificações e recontagens, Barack Obama decretou no grito, em conluio com a imprensa que lhe presta vassalagem, a vitória do seu poste. Esse atropelamento às instituições enche a ditadura chinesa de orgulho”.

Neste contexto, Adrilles Jorge, comentarista da  Rádio Jovem Pan, assinalou: 

“Todo progressista tem um gérmen de ditadorzinho, que crê que pessoas e nações devem ser guiadas por  suas luzes.  De democrata, Biden não tem nada quando diz que o Brasil tem que se curvar à seita ambientalista. Partido democrata americano é um partido autocrata.

Não importa o resultado. Já há dois perdedores na eleição americana: os institutos de pesquisas e a grande mídia partidária. Novamente. Ou a mídia se democratiza ou sua credibilidade vai ao chão. Os republicanos representam hoje liberdade, democracia e valores judaico-cristãos de tolerância e compaixão. Os democratas são hoje a tradução da histeria vitimista identitária do cancelamento e da verdadeira opressão que demoniza em pessoas do presente os erros de antepassados”.

O investidor Leandro Ruschel comentou: 

“CNN declara Biden presidente, mesmo antes do final da contagem e com diversas ações judiciais em aberto. 

ABC segue o mesmo caminho.

Achei até que demoraram, dado o seu papel de militância na campanha. 

Quem pode confiar na imprensa para dizer se houve fraude ou não nas eleições, se a imprensa operou como braço de propaganda de Biden desde o começo da campanha?

Seria como acreditar que o gerente de campanha de qualquer candidato denunciasse o mesmo...

Os democratas não conseguiram virar uma única Assembléia legislativa, inclusive perdendo algumas casas e um governador. Diminuíram a representação na Câmara dos Deputados federal. Como explicar essa votação de Biden? 

Maduro, Amoedo, Botafogo, Moro, Doria....

Todos muito animados com o anúncio de Biden como presidente”.

O filósofo Olavo de Carvalho, por sua vez, expôs sua leitura da situação política e esmiuçou como a velha imprensa estaria manipulando a população:

“A encenação de vitória do Biden visa, no fim das contas, a intimidar a Suprema Corte, repetindo, em escala maior, o feito propagandístico de 2008. A pressa artificiosa de aplaudir Biden como presidente é o blefe mais cínico de todos os tempos, destinado a fazer, de antemão, com que a eventual impugnação da sua candidatura por crime de fraude se torne um escândalo maior do que a opinião pública possa suportar.

É um absurdo pensar, como a mídia nacional em peso, que a Suprema Corte está sendo acionada para decidir quem ganhou a eleição. A FRAUDE é processo criminal, não eleitoral

A grande mérdia insiste na linguagem de concorrência eleitoral para atenuar o choque, o escândalo no qual ela própria entra no rol dos culpados. Um processo judicial NÃO É uma concorrência eleitoral, por mais que a mídia busque dar essa impressão.

Comprovada a fraude, mesmo que o fraudador tivesse centenas de milhões de votos mais do que o perdedor, ele seria apenas um criminoso levado à Justiça, não um presidente eleito. A linguagem da mídia chique falsifica TUDO e entorpece todos os cérebros.

É estonteante ver o número de pessoas para as quais a investigação da fraude eleitoral se destina apenas a apontar um vencedor e um perdedor. Estão todos idiotizados? O resultado de um processo desses não é uma vitória ou derrota eleitoral. É CADEIA para os fraudadores.

O resultado da eleição é muito menos interessante do que o processo-crime que vai desabar sobre umas dúzias de cabeças coroadas do "establishment" americano. É uma pré-estréia do Juízo Final. Pouca gente, no Brasil, está entendendo mesmo alguma coisinha do que se passa nos EUA. O importante não é "virar o jogo" no sentido de eleger o Trump em vez do Biden, mas sim no sentido de DEMOLIR a fortaleza toda dos falsários e traidores.  É NISTO que o Trump está interessado.

Só um PERFEITO IDIOTA pode acreditar na versão da mídia chique segundo a qual tudo não passa da reação repentina de um candidato em desvantagem. O Trump vem investigando a fraude democrata DESDE JUNHO: 


   

Discutir "eleição", a propósito do que está acontecendo nos EUA é burrice demais. O fenômeno "eleição" já passou e não elegeu ninguém. O que está em pauta agora é uma vasta INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, ISTO SIM.

A mídia está tentando impor uma presidência Biden como fato consumado. É puro teatro. A mídia não é a Suprema Corte.

Pouca gente, no Brasil, está entendendo mesmo alguma coisinha do que se passa na eleição americana. O importante não é "virar o jogo" no sentido de eleger o Trump em vez do Biden, mas sim no sentido de DEMOLIR a fortaleza toda dos falsários e traidores. É NISTO, e não na sua mera eleição, que o Trump está interessado”.

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