sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Paulo Guedes alfineta lobistas, detona distorções da esquerda sobre a saúde e defende desoneração



Em debate no Congresso Nacional, Paulo Guedes, ministro da Economia do Governo Bolsonaro, refutou deturpações de esquerdistas sobre projetos concernentes à saúde pública, rechaçou a hipótese de aumentar impostos e alfinetou “lobistas” que tencionam obter privilégios para seus setores produtivos.

O ministro salientou: “Eu garanto que jamais esteve sob análise falar em privatizar SUS, seria uma insanidade falar disso. O que acontece é o seguinte: podemos ajudar mais? Há forma de botar o capital privado ajudando a saúde brasileira? E não foi uma pergunta sequer feita por mim, porque nós já temos trabalho suficiente: temos que fazer saneamento, setor elétrico, vamos preservar as áreas críticas. Você sabe quais são as funções críticas de governo: saúde, educação, saneamento... Então vamos ceder o que o setor privado puder fazer: setor elétrico, saneamento, petróleo, vamos fazer o que pode fazer”.

Ademais, ele rebateu manchetes da velha imprensa e falsas acusações de políticos de esquerda: “Então, não entrou na nossa consideração invadir a área de saúde para privatizar, jamais. Foi uma medida que foi tomada, de iniciativa da área de parceria público-privada, PPI”.

No ensejo, Guedes ressaltou como tais manipulações prejudicam não apenas o Governo Bolsonaro, mas sobretudo a população brasileira: “Tanto que acaba você prejudicando a população brasileira, porque a narrativa é tão violenta: ‘Querem privatizar, acabar com o acesso universal!’. Quem é maluco de acabar com o acesso universal? A luta é ao contrário: como é que a gente aumenta o acesso universal, como é que a gente dá um voucher à saúde, um voucher à educação, para que as pessoas possam procurar escolas; porque o setor público, sozinho, não tem a capacidade financeira de atender a todo mundo”.


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