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| Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política |
O promotor Rodrigo Merli Antunes, que é especialista em Processo Penal e atua no Tribunal do Júri de Guarulhos, lamentou o caso em que um homem, preso em flagrante com um fuzil, foi solto com base em um argumento processual. Segundo explica o promotor, “sobre o crime hediondo em si, ou sobre a periculosidade do indivíduo, nada foi analisado”. Antunes conclui: “esse é mais um exemplo típico de que o Direito brasileiro não vem servindo à sociedade, mas sim a sociedade é que vem servindo ao Direito. É mais ou menos como se o rabo corresse atrás do cachorro, ou então como se o poste fizesse xixi neste último”.



















