quarta-feira, 12 de junho de 2013

Por que não se investe em educação no Brasil?



Cristóvam Buarque. Imagem: Reprodução
Um vídeo criado como resultado de uma apresentação preparada pela segunda turma de pós-graduação em Gestão Pública para resultados da UEMG (Universidade Estadual de Minas Gerais) compilou depoimentos de diversas personalidades sobre o problema da educação no Brasil. 

Há excertos de declarações do senador Cristovam Buarque, do jornalista Alexandre Garcia e da professora Amanda Gurgel, os quais aventam suas razões e entendimentos sobre as causas da ausência de prioridade à educação no Brasil.

Cristovam Buarque enfoca o caráter "elitista" dos investimentos e da atuação no Brasil, fazendo analogias. Comenta que os únicos programas que abrangeram tanto pobres quanto ricos foram os relativos a doenças, como a poliomielite e o HIV. "Se o analfabetismo pegasse, se tocou em um analfabeto e voltou a ser analfabeto, não tinha mais analfabetismo no Brasil".

Alexandre Garcia comenta o caso dos investimentos educacionais na Coreia do Sul e a alavancagem da economia em decorrência disso. "Parece que o Brasil não quer educação, porque a educação liberta. Quem tem educação é menos enganado por populistas e demagogos. A educação converte pessoas em cidadãos. Investimento maior em educação é gasto menor em saúde e em segurança".

A parcela destinada à professora Amanda Gurgel já foi publicada por Folha Política. Veja clicando aqui.

O vídeo finaliza com uma representação satírica da "mercantilização" da educação, com foco econômico por parte de universidades. Qual é a sua posição a respeito de tais posições? Confira e comente, contribuindo para o diálogo democrático.


Lígia Ferreira é analista de sócio-mecanismos.
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