quinta-feira, 11 de junho de 2015

Lava Jato pode ter novo "homem-bomba"


Imagem: Reprodução / Veja
Júlio Faerman assinou um acordo de delação premiada na operação Lava Jato. O acordo foi assinado em maio, mas a informação só veio a público quando Faerman alegou sigilo para não falar na CPI da Petrobras. Por haver uma associação direta com a campanha de Dilma, e por envolver dinheiro estrangeiro, o caso de Faerman é visto como realmente explosivo. 

No dizer do site O Antagonista, a delação premiada de Faerman é um xeque-mate do juiz Sérgio Moro contra o PT. Leia abaixo o texto publicado pelo O Antagonista: 

Xeque-mate.
O lobista da SBM, Júlio Faerman, assinou um acordo de delação premiada com os procuradores da Lava Jato.
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Segundo o Correio Braziliense, o acordo foi assinado em maio e Júlio Faerman espera a homologação da Justiça para relatar o que sabe.
Pedro Barusco contou que Júlio Faerman repassou 300 mil dólares em propinas à campanha de Dilma Rousseff, em 2010, através de João Vaccari Neto. A SBM é holandesa. Um partido que recebe dinheiro do exterior pode ser extinto.
Elio Gaspari disse recentemente que Sergio Moro era um jogador de xadrez e que, no caso da SBM, preparava um xeque-mate, porque um "canário" estava disposto a cantar.
O canário cantou. E sua melodia é eletrizante.

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