quinta-feira, 28 de junho de 2018

General repercute após crítica incisiva ao STF: 'Os indulgentes ministros do STF são a ANTÍTESE da Têmis, a deusa da Justiça. A equidade é duvidosa. A venda nos olhos é símbolo da hipocrisia. A espada defende os favoritos'


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O General Paulo Chagas publicou, em suas redes sociais, um comentário à sessão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, que teve grande repercussão. Segundo o General, "a indulgência seletiva dos ministros os transforma na ANTÍTESE de Têmis, a divindade grega que representa a justiça". Chagas acrescenta: "Tanto quanto a maioria dos brasileiros, eu, além de não confiar, tenho vergonha desta Suprema Corte!".

Leia abaixo o texto completo: 

É inacreditável, mas, no Brasil, um bandido, um corrupto como o Sr José Dirceu, ao invés de estar na cadeia para cumprir os seus mais de 30 anos de prisão, é posto em liberdade provisória por ministros da Suprema Corte por causa de um suposto erro de matemática de um Tribunal Federal de 2ª Instância!
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Somente no Brasil, uma senadora da República, acusada de locupletar-se indevidamente, com a ajuda do marido, de um milhão de Reais, é inocentada pelos mesmos ministros, porque as provas do crime foram "colhidas" pela polícia e não pela corte!
Zé Dirceu tem alergia à verdade e à honestidade, é um quadrilheiro! Gleisi Hoffmann é a apátrida que prega até a violência extrema em defesa dos criminosos da sua súcia. É a mesma que se pronunciou no canal de televisão da Al Jazeera, contra o Brasil!
Partindo da premissa que acabo de criar, “diga-me quem absolves e te direi quem és”, posso inferir que são todos farinha do mesmo saco e que, mais cedo ou mais tarde, a julgar por seu comportamento, acabarão por perder as prerrogativas que se esforçam para preservar e serão julgados pela verdadeira justiça dos homens.
A indulgência seletiva dos ministros os transforma na ANTÍTESE de Têmis, a divindade grega que representa a justiça. Seus sentimentos de equidade são definitivamente duvidosos. A venda nos olhos não os torna imparciais, mas hipócritas. A espada não usam em defesa do direito, mas do favoritismo. A balança, convenientemente ausente na estátua à frente do STF, os exime de dar tratamento igual e justo aos que, por razões misteriosas, merecem a sua proteção.
Tanto quanto a maioria dos brasileiros, eu, além de não confiar, tenho vergonha desta Suprema Corte!
É um direito que me assiste!

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Correio do Poder
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