quinta-feira, 5 de julho de 2018

Se Exército intervier, será para cumprir Constituição e manter democracia, diz comandante


O general postou uma imagem ao lado da irmã do soldado
Mário Kozel Filho, morto em um atentado terrorista
perpetrado pelo grupo integrado pela ex-presidente Dilma
Imagem: Reprodução / Twitter
Durante uma cerimônia em homenagem ao soldado Mário Kozel Filho, morto pelo grupo terrorista integrado pela ex-presidente Dilma, o comandante do Exército, general Villas Bôas, respondeu a questionamentos sobre os pedidos por uma intervenção militar: "Eu nem vejo um caráter ideológico nisso. Mas, de qualquer forma, as Forças Armadas, e o Exército, pelo qual eu respondo, se, eventualmente, tiverem de intervir, será para fazer cumprir a Constituição, manter a democracia e proteger as instituições". 


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Para o General, a população anseia pelo restabelecimento da ordem e se identifica com os valores das Forças Armadas, o que leva aos pedidos por intervenção que vêm se repetindo em todo o país. O general afirmou que o país está na "iminência de algo muito grave acontecer, que é a perda da nossa identidade".


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