segunda-feira, 15 de outubro de 2018

'Em condições normais, é virtualmente impossível que Bolsonaro não seja o próximo presidente do Brasil', afirma analista político


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O analista político Filipe G. Martins afirma que, a partir da pesquisa FSB/BTG divulgada ontem, "em condições normais (na ausência de fraude e de irregularidades) é virtualmente impossível que Bolsonaro não seja o próximo presidente do Brasil". 

Leia abaixo a análise: 

A pesquisa FSB/BTG ampliou a percepção de que é virtualmente impossível Bolsonaro perder no 2°turno: o Capitão aparece com 49% dos votos espontâneos (Haddad tem 30%), 51% dos votos totais na pesquisa estimulada (Haddad tem 35%) e 59% dos votos válidos (contra 41% de Haddad).
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A vantagem de Bolsonaro é ainda maior entre os homens (57% para ele e 33% para Haddad) e entre os mais escolarizados, embora ele também vença entre as mulheres e entre os menos escolarizados. Ele chega a ter 63% entre os eleitores com ensino superior (contra 25% do Haddad).
De todos os segmentos de idade, renda, escolaridade, região e sexo abordados pela pesquisa, Haddad só vence entre quem recebe até 1 salário (49% contra 35% de Bolsonaro); no Nordeste (Haddad 55%, Bolsonaro 30%); e entre quem tem 16 a 24 anos (Haddad 46%, Bolsonaro 41%).
A rejeição e o potencial de votos, que dão larga vantagem a Bolsonaro, também chamam a atenção: 53% dos eleitores não votariam de jeito nenhum em Haddad; mas só 38% rejeitam Bolsonaro; entre os eleitores com mais instrução (ensino superior) a rejeição de Haddad chega a 69%.
Adicionalmente, 45% dos eleitores declararam que votariam apenas em Bolsonaro (30% apenas em Haddad) e 7% que não votariam em nenhum deles, deixando uma margem muito pequena de votos possíveis a serem disputados pelo poste petista, que precisa de uma imensidão de votos.
Entre os eleitores que não declaram voto (7%), 27% diz que pode fazer um voto útil de última hora. Desses, 58% dizem que votariam a favor de Bolsonaro e contra o PT e 35% diz que votaria contra Bolsonaro.
Por fim, a pesquisa  traz um dado que revela a força de Bolsonaro: apenas 10% de seus eleitores dizem votar nele para impedir a vitória do PT enquanto 90% o escolheram como melhor opção, comprovando que ele tem muito mais força do que o mero anti-petismo.
A pesquisa também revela que o apoio dos demais candidatos (derrotados no 1°turno) beira a irrelevância na hora de decidir o voto e não afeta a escolha da maioria dos eleitores.
Bolsonaro é a maior força eleitoral da história do país. Não há precedentes para o que foi feito até aqui. Figuras "populares" como Lula só chegaram ao poder com um partido extremamente organizado e após 3 tentativas. Bolsonaro conta apenas com o próprio apelo popular.
Diante de tudo isso, reafirmo que em condições normais (na ausência de fraude e de irregularidades) é virtualmente impossível que Bolsonaro não seja o próximo presidente do Brasil. Toda a histeria da esquerda serve apenas de ensaio para a oposição risível que farão ao governo.

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Gazeta Social
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