segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

A desmoralização que Jean Wyllys jamais esquecerá - em plena Câmara dos Deputados


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
Em novembro de 2017, religião e liberdade de expressão foram o centro de debate da Comissão de Cultura (CCULT) a respeito de projeto (PL 3291/15) que acrescenta no Código Penal (Decreto Lei 2.848/1940) dispositivo que deixa claro que manifestações artísticas não podem ser tipificadas como apologia ao crime. Assista ao vídeo:


Wyllys provocou polêmica ao afirmar, na comissão, que pessoas ficam escandalizadas com exposições como o Queermuseu, mas não se incomodam com a presença de pedófilos na Igreja Católica e com isenções fiscais concedidas às igrejas.

O advogado Paulo Fernando, vice-presidente da Associação Nacional Pró-vida e Pró-família, defendeu que manifestações artísticas que promovem ofensas religiosas e ferem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ao expor crianças, podem ser consideradas crime. “O que quer esse projeto é um vale tudo: permitir ofensas e apologia ao crime sob o pretexto de manifestações artísticas que de artísticas não tem nada”, disse.

Com informações de TV Câmara
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