quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

As grandes empreiteiras terão que competir honestamente, diz General Paulo Chagas


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O general Paulo Chagas respondeu às alegações da extrema-esquerda de que a operação Lava Jato teria afetado a competitividade de grandes construtoras brasileiras. Paulo Chagas explicou que não foi a Lava Jato que destruiu a engenharia nacional, e sim “as regras desleais incrementada ao paroxismo pelos governos petistas, sem dar qualquer chance à competição de mercado”. 

Ouça:


Leia o texto do general Paulo Chagas:

Caros amigos
Li, em um portal de notícias intimamente ligado ao PT, que "com a terra arrasada da Lava Jato, construtoras estrangeiras preparam-se para dominar o mercado" no Brasil. 
Embora discordando da expressão "terra arrasada" - referente à operação conduzida pelo MPF e, até há pouco, julgada por Sérgio Moro -, bem como com o catastrofismo esquerdista embutido na expressão "dominar o mercado", achei ótima a notícia!
Se o Brasil vai ser um país liberal a partir de 2019, a competição tem que ser reestabelecida e nada melhor do que a inclusão dos mais destacados players para dar qualidade ao jogo!

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‘Cumprimos a missão’, diz general sobre intervenção no Rio

Contrariamente ao que é dito no artigo, a Lava Jato não destruiu a engenharia nacional, mas as regras desleais incrementadas ao paroxismo pelos governos petistas, sem dar qualquer chance à competição de mercado. Isto sim provocou "o encolhimento das gigantes da construção civil, após serem investigadas pela operação Lava Jato" e fez com que perdessem posições no ranking mundial e negócios em todos os âmbitos. 
As nossas gigantes passam agora a enfrentar dois desafios para os quais, por construção e pelas circunstâncias, têm que estar preparadas: sanear a imagem (perante a sociedade e o mercado) e vencer a concorrência com as estrangeiras! 
As nossas construtoras terão que provar que são competitivas na luta honesta pelo mercado, inclusive as que foram impedidas de crescer e de competir enquanto a regra era a deslealdade. A competição é sempre salutar e quem sai ganhando é o contribuinte que tem melhores serviços e obras a preços justos. 
Quem "destruiu" as nossas grandes empreiteiras foram a "ganância" e sua aliada, a "corrupção"! Estes são os substantivos a serem alijados e substituídos por "garra" e "compliance"!
As gigantes tornaram-se as maiores porque trabalharam honestamente ou porque surfaram na onda mansa da corrupção congênita ou porque foram no rastro do furacão da ganância petista, isto é fato! 
Temos que ter aprendido algo com isso. As que estão nas malhas da Lava Jato, por exemplo, estão pagando caro por acordos de leniência, pela redução drástica da atividade empresarial e pela necessidade de dispensar funcionários e diretores. Lutam para sobreviver e sabem que para isso precisam mudar de atitudes, de procedimentos e de "filosofia". 
Esta "ameaça estrangeira" faz parte do processo de recuperação e, considerando a onda liberal a ser introduzida por Bolsonaro e Paulo Guedes, acredito que será bem vinda e que as regras a serem estabelecidas deverão colocar todos em igualdade de condições para que haja, de fato, um bom jogo.
Outro ponto importante a ser considerado, e que me foi muito bem lembrado por um amigo empresário, é que "empresa com sede no Brasil que cumpre as nossas leis é brasileira e ponto final"!
Que venham os competidores, vamos ao jogo!
General Paulo Chagas

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Gazeta Social
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