sábado, 22 de dezembro de 2018

‘Podem procurar que não vão achar uma agulha aqui. Eu me cuido’, disse advogado de Adélio após operação da PF


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
Após uma operação da Polícia Federal que vasculhou seu escritório, o advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que utilizou um avião particular para ir rapidamente a Juiz de Fora defender o homem que tentou matar Bolsonaro durante a campanha, disse que estava muito tranquilo. O advogado deu uma entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, em que disse que “o que eles querem saber é se foi o Lula que pagou a defesa, se foi o PSOL, o Jean Wyllys”. 


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O advogado repetiu a versão de que recebeu R$ 25 mil reais de um patrocinador anônimo, que teria pago em dinheiro e desaparecido em seguida. Ele acrescentou que viagens à prisão onde Adélio Bispo de Oliveira está preso foram pagas por “veículos de comunicação”, sem dizer quais órgãos da imprensa têm interesse em colaborar para a defesa do homem que tentou decidir a eleição a facadas. 

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Questionado sobre as buscas em seus endereços, o advogado disse: “Estou totalmente tranquilo. Podem procurar que não vão achar uma agulha aqui. Eu me cuido”. O advogado garantiu ainda que a Polícia Federal não vai descobrir quem pagou pela defesa. 

Zanone Oliveira disse acreditar que as cobranças por um esclarecimento do atentado só ocorrem por causa da proximidade da posse do presidente eleito. Segundo relata o advogado, o criminoso só se arrepende de não ter conseguido matar Bolsonaro, e se atormenta por pensar que, na realidade, ajudou a elegê-lo. 

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Correio do Poder
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