domingo, 31 de março de 2019

A comemoração de 31 de março de 1964 feita por Bolsonaro que despertou a ira dos comunistas



Em 2014, o presidente Jair Bolsonaro, então deputado federal, despertou a ira de petistas e outros membros da esquerda ao louvar a implantação do Regime Militar. "31 de março de 1964. Data da segunda independência do Brasil", destacou ele ao soltar fogos de artifício.

"Estamos aqui comemorando 50 anos da gloriosa revolução de 1964. O grande líder da esquerda, Luís Carlos Prestes, em 1963, já disse, em um seminário de apoio a Cuba, que o seu grande sonho era fazer com que o Brasil seguisse o exemplo da nação de Fidel Castro. Este sonho não se concretizou. A nossa liberdade e a nossa democracia devemos, em especial, aos militares que evitaram que o nosso país fosse comunizado em 1964", defendeu ele.

No ensejo, Bolsonaro fez uma contextualização histórica: "No dia 2 de abril de 1964, o Congresso cassou o mandato de João Goulart. No dia 9 de abril, com o voto de Ulysses Guimarães, elegeram Castelo Branco para a Presidência da República. Parabéns aos militares, às mulheres nas ruas, à Igreja Católica, à grande mídia, que evitaram, em 1964, que o Brasil se tornasse um satélite da União Soviética", frisou ele. Assista ao vídeo.
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