sábado, 18 de maio de 2019

Assessor pede que Bolsonaro ‘exponha a podridão do sistema e peça mais engajamento popular’


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Filipe G. Martins, criticou a atitude da velha imprensa, que ele qualificou como “um dos exemplos mais emblemáticos” da “dificuldade quase intransponível que o establishment enfrenta para aprender com a realidade”. Martins afirma que o homem comum, ao contrário do establishment, aprende com a realidade, e que “não é otimismo esperar outras vitórias do homem comum contra os esquemas espúrios e imorais que o establishment deseja nos impor como inevitáveis”. 


Ouça: 


Leia o texto de Filipe G. Martins: 

Basta ligar a TV, ou abrir um jornal, para encontrar um punhado de exemplos que ilustram com perfeição a dificuldade quase intransponível que o establishment enfrenta para aprender com a realidade e dela extrair qualquer coisa que não seja desprezo aos anseios populares.
Talvez um dos exemplos mais emblemáticos disso seja a postura que a mídia adotou, e segue adotando, após a vitória eleitoral arrasadora do Presidente Jair Bolsonaro.
O establishment midiático, que nunca escondeu sua intenção de empurrar candidatos da esquerda ou do "centrão" goela abaixo dos brasileiros, ainda não compreendeu por que seus apelos foram ignorados, nem por que o povo escolheu o candidato que a mídia mais odiava e mais odeia.
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Na cabeça dos jornalistas, os candidatos deles perderam porque eles não fizeram o suficiente para rotular, ofender e acusar Bolsonaro e seus apoiadores, quando a verdade é que perderam justamente por abusar desse expediente, extrapolando todos os limites da verossimilhança.
Como são incapazes de apreender esse fato simples, os donos do poder têm optado por dobrar a aposta e, em vez de fazer um mea culpa e tentar sair da bolha, optaram por investir ainda mais na adjetivação e na mentira, inventando um tal bolsonarismo, suposta ameaça à democracia.
Fazem isso na esperança de que essa estratégia lhes dê a vitória nas próximas batalhas, mas, como cada nova tensão entre a velha e a nova política tem demonstrado, o feitiço foi quebrado e essa estratégia agora só funciona com pessoas fracas, dotadas de personalidades frágeis.
Diferente das vozes cínicas do establishment, que vêem como inevitáveis as práticas que levaram os últimos presidentes brasileiros à desgraça, o homem comum entende que não falta vontade política ao Presidente, mas sim compromisso com o interesse público aos seus opositores.
Diferente das vozes cínicas do establishment, que tratam como fatal o toma-lá-dá-cá e louvam os que sabem operá-lo como políticos virtuosos, o homem comum sabe que votou em Bolsonaro para superar não apenas a crise econômica, mas também a crise moral que flagela nossa nação.
Diferentemente das vozes cínicas do establishment, o povo não aceita que joguem a ele algumas migalhas em troca de sua consciência, pois sabe que sacrificar sua honra e sua honestidade em troca de mais do mesmo é submeter-se à opção abjeta por tudo o que nos trouxe até aqui.
Diante disso, não é otimismo esperar outras vitórias do homem comum contra os esquemas espúrios e imorais que o establishment deseja nos impor como inevitáveis: basta que quem foi escolhido líder pelo povo exponha a podridão do sistema e peça mais engajamento popular.
Deus Audaces Sequitur.
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