quinta-feira, 2 de maio de 2019

Grupo de Lima responsabiliza Maduro por uso indiscriminado da violência


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
Os países do Grupo de Lima reafirmaram seu apoio ao presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, e exigiram do ditador Nicolás Maduro “o pleno respeito à vida, à integridade e à liberdade de todos os venezuelanos e, em particular, de todos os membros da Assembleia Nacional e de todos os líderes das forças políticas democráticas venezuelanas, assim como a liberação imediata dos presos políticos”. Os países afirmaram a “responsabilidade direta de Nicolás Maduro e dos grupos armados e de inteligência a serviço de seu regime ilegítimo pelo uso indiscriminado da violência para reprimir o processo de transição democrática e o restabelecimento do Estado de direito na Venezuela”. O Grupo de Lima encontra-se em sessão permanente e deve ter um encontro presencial amanhã. 

Ouça: 


Leia o comunicado do Grupo de Lima: 

Os governos da Argentina, do Brasil, do Canadá, do Chile, da Colômbia, da Costa Rica, da Guatemala, de Honduras, do Panamá, do Paraguai e do Peru, membros do Grupo de Lima:
1) Expressam seu pleno respaldo ao processo constitucional e popular empreendido pelo povo venezuelano, sob a liderança do Presidente Encarregado, Juan Guaidó, para recuperar a democracia na Venezuela; e rechaçam que tal processo seja qualificado como golpe de Estado.
2) Exigem o pleno respeito à vida, à integridade e à liberdade de todos os venezuelanos e, em particular, de todos os membros da Assembleia Nacional e de todos os líderes das forças políticas democráticas venezuelanas, assim como a liberação imediata dos presos políticos.
Leia também: 

3) Renovam seu chamado à Força Armada Nacional da Venezuela para que manifeste sua lealdade ao Presidente Encarregado, Juan Guaidó, na função constitucional de seu Comandante em Chefe; e para que, fiéis ao seu mandato constitucional de estar a serviço da Nação e não de uma pessoa, cessem de servir como instrumentos do regime ilegítimo para a opressão do povo venezuelano e a violação sistemática de seus direitos humanos.
4) Advertem Nicolás Maduro a cessar a usurpação, para que possa começar a transição democrática, a normalização constitucional e a reconstrução econômica e social da Venezuela.
5) Advertem para a responsabilidade direta de Nicolás Maduro e dos grupos armados e de inteligência a serviço de seu regime ilegítimo pelo uso indiscriminado da violência para reprimir o processo de transição democrática e o restabelecimento do Estado de Direito na Venezuela.
6) Instam a comunidade internacional a seguir com atenção a evolução dos acontecimentos e a oferecer seu apoio político e diplomático às legítimas aspirações do povo venezuelano de voltar a viver em democracia e liberdade, sem a opressão do regime ilegítimo e ditatorial de Nicolás Maduro.
7) Declaram-se em sessão permanente e decidem reunir-se presencialmente na próxima sexta, dia 3 de maio, em Lima (Peru).
Veja também: 








Correio do Poder
Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...