quarta-feira, 24 de julho de 2019

Alexandre Garcia dá forte depoimento sobre revolução do Governo Bolsonaro e jornalistas militantes



Em entrevista à jornalista Roseann Kennedy, no programa Impressões, da TV Brasil, o jornalista Alexandre Garcia abordou a existência de "jornalistas militantes", "órfãos" da União Soviética, bem como a emergência do Governo Bolsonaro.

"O jornalista deve se sentir aplaudido quando receber críticas, pois isso ajuda a corrigir", assinalou. 

Garcia abordou, neste contexto, a emergência de um "jornalismo militante". "No momento em que caiu o muro de Berlim. As pessoas ficaram - Freud explica - sem matriz, sem mãe. Perderam a mãe. 'E agora, como faço? Sou um órfão'. Tenho que inventar coisas, tenho que apoiar o que sobrou da União Soviética, Cuba. Em 70 anos não deu certo", ressaltou.

"Inventam politicamente correto, ambientalismo radical, mudanças climáticas desastrosas praticadas pelo homem", asseverou. No que tange ao contexto político, ele enfatizou: "A gente saiu do maior buraco, por isso está otimista. (...) Minha mãe disse que agora foi a maior maior mudança que o país já teve. Uma mudança eleitoral, feita pelo povo, de um candidato que ganhou sem dinheiro, sem marqueteiro, sem tempo de televisão, feita pela vontade popular. Não foi feita pela corrupção e nem pelas armas".
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