segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Senador de estado da Amazônia desmascara Macron, retruca intimidação a Bolsonaro e refuta manipulações da mídia



Em pronunciamento no Congresso Nacional, o senador Chico Rodrigues, de Roraima, estado inserido na Região Amazônica, rebateu Macron, presidente da França, corroborou declarações do comentarista Caio Coppola e refutou tentativas de intimidação de estrangeiros contra o presidente Jair Bolsonaro.

"Eu tenho acompanhado todas as programações em rádios, em jornais, em televisões e na internet sobre esse movimento internacional que foi criado em relação a esses fatos que são conhecidos da opinião pública brasileira, as queimadas, principalmente na Amazônia, aliás, como acontecem também, de forma periódica, nos Estados Unidos, como acontecem no Canadá, como acontecem na França, do Presidente psicodélico Macron, que resolveu compensar a sua baixíssima popularidade – ele que não consegue controlar nem os coletes amarelos, tem menos de 20% de aprovação na opinião pública francesa – e fazer graça, inclusive tentando intimidar o Presidente Jair Messias Bolsonaro", asseverou o parlamentar.

"Aliás, pasmem, brasileiros e brasileiras, as manifestações do Presidente Jair Bolsonaro alertaram o mundo. Bastou um Presidente que tem assumido posições extremamente patrióticas para que o mundo se mobilizasse em relação à Amazônia. Pelo menos isso já valeu a pena! Pelo menos isto, essa postura de um governante que defende o seu país, que não admite a intervenção de países estrangeiros, a não ser para ajudar, provocou todo esse frisson lá no G7", afiançou Chico Rodrigues.

No ensejo, ele assestou a falta de legitimidade de Macron. "Aliás, o Sr. Macron levou uma reprimenda dos demais países que fazem parte daquele bloco, quando, na verdade, quis insinuar que a Amazônia é um patrimônio comum. É, sim. Todos nós, seres humanos, a temos como um patrimônio comum, simplesmente pela grandeza, pelo que representa para toda a humanidade, mas é um patrimônio dos brasileiros. E aí, realmente, de uma forma talvez até cautelosa, já num momento em que foi chamado à atenção, ele recuou e já fala, na verdade, naquilo que é próprio de qualquer país, que é a sua soberania, manter a soberania nacional. O Sr. Macron, na verdade, foi criticado de norte a sul, de leste a oeste, inclusive, pela comunidade internacional".
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