domingo, 29 de setembro de 2019

General Mourão 'cala' estrangeiros que querem interferir na Amazônia, respalda Bolsonaro e denuncia



Em pronunciamento no Clube Militar, o vice-presidente da República, General Mourão, retrucou aqueles que atacam a gestão ambiental do Governo Bolsonaro, refutou boatos sobre a Amazônia e denunciou como estrangeiros estariam "roubando" a biodiversidade amazônica mediante práticas de biopirataria.

"O presidente foi incisivo, explícito e direto no que falou perante a Assembleia Geral da ONU. A Amazônia não é o pulmão do mundo. Não é patrimônio da Humanidade. É patrimônio nosso! É brasileira. Compete a nós preservá-la e protegê-la. Somados, no nosso território, área indígena e de proteção ambiental, configuram 2,6 milhões de quilômetros quadrados. Quase um terço do Brasil. Nenhum outro país tem isso. É mais que uma Europa", asseverou.

"A nossa legislação ambiental é a mais desenvolvida do mundo. Queimada é como 7 de setembro, tem todo ano. Sabemos que agosto, setembro e outubro é época de seca na calha sul e naquilo que é a Amazônia Legal, que é diferente do Bioma Amazônia. Tem queimada que é legal e tem queimada ilegal", complementou.

"Compete a nós, Estado Brasileiro, não só à União, mas também aos estaduais, coibir as queimadas feitas. Muito se relaciona à questão fundiária que se arrasta por mais de 40 anos. Gente que veio do Centro-Sul, ocupou o lugar e depois declararam que o local era terra indígena. (...) Temos de ter um planejamento coerente para solucionar essa questão fundiária. Precisamos explorar essa enorme biodiversidade que nos é roubada pela biopirataria. Não há controle de estrangeiros. Coloca dentro da mala e vai embora. Temos que controlar!", frisou o general.
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