segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Porta-voz de Bolsonaro rebate jornalistas sobre operação contra líder, 'fake news' e Adélio - General Rêgo Barros



O porta-voz da presidência, general Otávio Rêgo Barros, falou a jornalistas nesta segunda-feira. O porta-voz relatou avanços de vários ministérios, como os resultados das operações Brasil e da Acolhida, o descontingenciamento de recursos de cerca de R$ 2 bilhões para a Educação, ações do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, e a reunião dos ministros da Agricultura do BRICS, com a assinatura da ‘Carta de Bonito’.

O porta-voz afirmou que o governo tem uma expectativa muito positiva em relação à Reforma da Previdência, que pode ser votada no Senado nesta terça-feira. Segundo Barros, “a condução, naturalmente, é de responsabilidade do Senado, capitaneado pelo senador Davi Alcolumbre. Nossa expectativa é que, de fato, essa primeira fase seja superada amanhã”.

Questionado sobre mudanças na diretoria do INCRA, o porta-voz explicou que as decisões sobre contratação e exoneração de equipes são decisões de cada um dos ministros, e que a ministra Tereza Cristina tem liberdade para fazer as escolhas. Em resposta a uma pergunta sobre a presença de um advogado no palácio do Alvorada no fim de semana, Barros explicou que o advogado representa o presidente junto ao TRF-1 no caso contra o militante de extrema-esquerda que tentou assassiná-lo.

O porta-voz esclareceu ainda questões sobre livros didáticos e um suposto grupo para tratar de ‘fake news’. Quanto aos livros, Barros afirmou que o presidente Jair Bolsonaro se interessa por todas as decisões que impactam a sociedade, e em particular o que se relaciona à Educação. E, quanto ao suposto grupo, o porta-voz explicou que a SECOM analisa comentários e interações nas redes sociais do governo para embasar suas respostas aos cidadãos.
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