sábado, 12 de outubro de 2019

Jornalista italiano pergunta se Bolsonaro considera o Papa Francisco um inimigo e General Mourão rebate



Em coletiva de imprensa concedida na Itália, o General Mourão deu uma resposta veemente após um jornalista italiano questionar se, no que toca à Amazônia, o Governo Brasileiro considera o Papa Francisco e a Igreja Católica como inimigos.

"O Governo Bolsonaro, é óbvio que em nenhum momento pode julgar que o papa é um inimigo. Muito pelo contrário. O Papa Francisco é o líder maior da Igreja Católica. O que está ocorrendo, esse Sínodo da Amazônia, é algo que vem sendo planejado há algum tempo. Eu entendo e o Governo Brasileiro entendem a problemática que a Igreja Católica enfrenta na Amazônia", asseverou.

"Reforço que sou filho de um amazônida. Morei cinco anos da minha vida lá, inclusive em localidades bem afastadas, como São Gabriel da Cachoeira, no Noroeste da Região, na área da 'Cabeça do Cachorro'. Tive a oportunidade de ver o trabalho da Igreja. É um trabalho que é dificultado pela ausência de um número expressivo de religiosos", acrescentou.

No ensejo, ele expôs a visão do Governo Bolsonaro a respeito da igreja e de sua importância na História do Brasil: "A Igreja está aproveitando o tema amazônico para também discutir métodos que lhe permitam chegar de uma forma mais efetiva àquela população ribeirinha, de origem indígena, que vive naquela parte do território brasileiro. Não é fácil o acesso, não é fácil que se estabeleçam laços. O Governo Brasileiro não pode, em nenhum momento, olhar a Igreja ou o Papa Francisco como inimigos. Pelo contrário. A Igreja fez parte expressiva na formação da nacionalidade brasileira. O território foi expandido pelo trabalho conjunto dos desbravadores lado a lado com os padres. Brasil, Governo, Igreja Católica andam lado a lado".
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