quinta-feira, 10 de outubro de 2019

‘Na ditadura, as ilegalidades partiam do executivo. Agora, gerando maiores riscos, partem do Judiciário’, diz Janaína Paschoal





A jurista Janaína Paschoal, ao compartilhar uma notícia que lembra que os desdobramentos do chamado “inquérito de Toffoli” no STF vêm sendo arquivados pelo Ministério Público e pelos juízes a quem são enviados, apontou que a investigação é típica de ditaduras, mas que, no caso, é ainda mais grave do que em uma ditadura “comum”. [z6] Janaína disse: “Boa explicação da falta de justa causa do misterioso inquérito em trâmite no STF. Nem na ditadura, houve investigação tão ilegal e elástica. Na ditadura, aliás, as ilegalidades partiam do executivo. Agora, gerando maiores riscos, partem do Judiciário. Precisamos falar sobre isso”.


O jurista Modesto Carvalhosa também apontou os riscos ao Estado de Direito em consequência das ações do Judiciário, em conjunto com o Congresso. Ouça: 

DA CLEPTOCRACIA PARA A DITADURA DOS CORRUPTOS
Após os 13 anos de Cleptocracia (governo dos bandidos) do lulopetismo, os atuais deputados e senadores conseguiram, com o decidido e explícito apoio do STF, instalar uma DITADURA DOS CORRUPTOS em nosso país.
Antes os políticos, como marginais, extorquiam propinas vindas das empreiteiras e da aprovação de leis em benefício dos amigos do Poder. Praticavam crimes contra a administração pública.
Agora, não. Os “representantes do povo” resolveram LEGALIZAR a corrupção, aprovando continuamente uma série de leis que tornam a prática da corrupção um direito e não mais um crime.
O Senado e a Câmara instalaram no país, a partir de 2016 a DITADURA DOS CORRUPTOS.
Os nossos execráveis políticos não mais recebem propinas vindas dos desvios de recursos do Estado. Agora resolveram explodir os cofres públicos, através de uma série de leis que não apenas autorizam esse assalto direto, como também criminalizam as autoridades que ousarem comunicar (Coaf), investigar, denunciar, acusar ou condenar os políticos-assaltantes.
Não há mais separação de poderes. O Legislativo e o Supremo Tribunal Federal são hoje um poder único, voltado para tornar inimputáveis os corruptos de qualquer origem. Estão protegidos pela lei e pelas “medidas” tomadas pelo Presidente da Suprema Corte e pelos ministros garantistas que compõem hoje a maioria naquele Tribunal Supremo.
Precisamos lutar para que se restaure no Brasil o Estado Democrático de Direito.

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