sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Bolsonaro e ministro refutam boatos: ‘o Governo está indo muito bem, apesar dessa banda podre da imprensa’





O presidente Jair Bolsonaro, pelas redes sociais, respondeu a mais um boato criado pela velha imprensa sobre supostas reformas ministeriais. Bolsonaro disse: “De acordo com minha agenda, que é pública, um veículo de imprensa qualquer faz sua análise e divulga suas mentiras. Outros órgãos replicam a "notícia" com o intuito de passar a mensagem de que no Governo impera a desordem. Não existe qualquer reforma ministerial a caminho, até porque o Governo está indo muito bem, apesar dessa banda podre da imprensa”.




Um dos citados na suposta notícia, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou um resumo feito pelo assessor especial Victor Metta sobre as ações e propostas do governo Jair Bolsonaro na área de Educação. Weintraub disse: “Segue o MELHOR RESUMO do que temos feito e pretendemos fazer na área de Educação/Ensino. Essas informações são verdadeiras e minha sugestão é que leiam o Victor Metta. Porém, alguns podem se "informar" pela folha/frias, globo/marinho ou outras "maravilhas" que temos na mídia”.

Ouça o texto elaborado por Victor Metta: 

Weintraub e o novo Ministério da Educação - As Propostas do Governo
Ninguém duvida que a Educação deva ser prioridade, mas a maioria desconhece os reais problemas do nosso sistema de ensino e as quais são as principais propostas do governo para enfrentá-los. Durante 20 anos o foco foi a ampliação de vagas. Mas enquanto as matrículas aumentavam, a qualidade dos cursos caía. Emburrecemos. Nossos alunos acabaram em último lugar entre os países da América do Sul no exame escolar internacional Pisa. E a situação não é muito diferente em relação ao resto do mundo. Nossos alunos leem pouco e 80% das pesquisas produzidas pelas nossas universidades tem o arquivo como destino, quando deveriam estar servindo à sociedade. Mudamos o foco. Sem descuidar do ensino superior, passamos a olhar com mais cuidado para as demandas do público mais jovem. As soluções propostas:
- Mais vagas em creches. Concluiremos obras inacabadas e lançaremos o vale-creche (voucher). É simples: as mães trabalhadoras contratam a creche e o governo paga. Elas podem trabalhar tranquilas, sabendo que seus filhos serão bem cuidados.
- Foco no ensino básico. Escolas em tempo integral e colégios cívico-militares são experiências bem-sucedidas. Pela Constituição, estas escolas são geridas pelos municípios, muitos deles sem estrutura ou recursos suficientes. Para investir mais nos alunos, aumentaremos a fatia do governo federal no Fundeb, complementando os investimentos no ensino básico, e incentivaremos a adoção das melhores práticas educacionais nas escolas.
- Métodos de alfabetização ruins. A maior parte deles não têm base científica e os resultados são péssimos. Lançamos a Política Nacional de Alfabetização baseada em métodos científicos.
- Falta hábito de leitura. O MEC lançará projetos incentivando o hábito de leitura entre pais e filhos na fase pré-escolar. A fase em que a criança precisa de mais estímulo é até os 5 anos de idade e a nada como a família para fazer isso.
- Chega de doutrinação. É direito do aluno “Ter um ensino ministrado com base no pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, resguardada a liberdade de expressão, a tolerância de opiniões e o acesso, em sala de aula, às diversas versões, teorias e perspectivas sociais, culturais, econômicas e históricas”. Esta é a essência do Programa Escola de Todos.
- Valorizar o ensino técnico. Valorizamos e reorganizamos o ensino técnico, resgatado do desastre do Pronatec, programa lançado às pressas no governo Dilma. O Pronatec consumiu muito dinheiro, mas acabou abandonado após 2 anos, em 2015 sem contribuir para a inserção dos alunos no mercado de trabalho. Quem quer seguir uma carreira técnica tem dificuldades, porque uma rede de exigências legais e até culturais prejudica quem não possui diploma universitário. Isso vai mudar.
- Mais dinheiro para as universidades públicas. Nosso ensino universitário tem baixo custo-benefício. Cada uma das 63 universidades federais custa ao contribuinte cerca de R$ 1 bilhão por ano. Mais de 85% de suas receitas são para pagar salários. Dos 300 mil funcionários do MEC, 100 mil foram contratados nos últimos anos do governo Dilma. O Programa Future-se trará investimentos privados para as universidades, que terão menos dependência dos recursos públicos e podem ser mais eficientes rentabilizando seus projetos, patentes e patrimônio, como fazem as melhores escolas do mundo.
Resumi os principais pontos. Está claro que a meta da atual gestão é investir mais no ensino básico - quando ele é mais eficaz - valorizar o mérito e o papel das famílias na Educação, além de criar bons instrumentos de gestão de resultados. Esses são os valores do Ministro Weintraub, que tem um time gestores públicos competentes e capaz de cumprir sua missão sem desperdiçar dinheiro com propaganda ideológica e cabides de emprego. Lutamos para concretizar essas mudanças.

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