domingo, 3 de novembro de 2019

General Mourão critica partidos, aponta falhas da Constituição Federal e 'farra' de Lula e Dilma no BNDES



No decurso de pronunciamento realizado em Alagoas, o vice-presidente da República, General Mourão, fez uma leitura do cenário político brasileiro, criticou o excesso de partidos e assestou a falta de visão de longo prazo da Constituição Federal de 1988.

Abordando a crise psicossocial que perpassa o mundo, bem como a situação econômica de "tempestade perfeita" no Brasil, ele ressaltou: "A questão econômica é o que eu chamo de tempestade perfeita que nós vivemos. Ela começa na Constituição de 1988. A Constituição, dentro de uma visão de mundo de 30 anos atrás, celular não existia, a União Soviética ainda existia, computadores pareciam algo longínquo", asseverou.

"Ela carimbou recursos dentro de uma visão de Estado de Bem-Estar Social sem entender que, no futuro, isso seria desequilibrado. Sem entender. Unificou os regimes de funcionários públicos sem se dar conta de quanto isso ia custar. Ao mesmo tempo, o Estado Brasileiro se financiava na inflação. Na maquininha", complementou.

"O Governo não pode gastar mais do que ganha. Ajustaram isso aumentando os impostos. Chegamos a uma carga de impostos de 1/3 do Produto Interno Bruto. Com Lula e Dilma, entraram as desonerações e os financiamentos. Ainda estamos pagando cerca de 200 bilhões por ano, somos obrigados a pagar. Entraram em ação os subsídios, explícitos e implícitos. Tacou na mão do BNDES, emprestou para empresários comprometidos com o projeto deles. Se perdeu na corrupção, na incompetência e na má gestão", avaliou o general.
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