terça-feira, 26 de novembro de 2019

Paulo Guedes se revolta contra privilégios, salários de 'marajás' e desabafa ao apontar 'software' que governou o Brasil nos últimos anos: 'Vamos quebrar o software!'



Em pronunciamento a respeito do "Plano Mais Brasil", Paulo Guedes, ministro da Economia do Governo Bolsonaro, explicou como o Brasil tem sido governado por um sistema automático, um "software" que deprecia o sistema democrático ao esvaziar a capacidade da classe política de responder aos anseios das ruas.

"É verdade que parte das políticas públicas já é atendida de forma descentralizada, mas a formulação, a concentração de recursos, quem decide para onde vai é o Governo Federal ou, como diz em uma imagem brilhante o nosso experiente Mansueto, o Brasil é gerido por um software", asseverou.

"O software fica rodando, manda dinheiro para todo mundo, dá aumento para todo mundo, faz progressão automática de carreira, dá dinheiro para cada setor. No final, a classe política foi esvaziada de suas atribuições e responsabilidade e fica o ronco nas ruas, a população fica lá, 'o que eles estão fazendo?'. Tem de ter os recursos e a capacidade de execução", realçou.

No ensejo, ele apresentou as propostas do Governo Bolsonaro: "Daí a nossa ideia dos 3 'D's. Desobrigar, desvincular e desindexar os gastos. Quebrar o software e abrir a responsabilidade à classe política. Nós não somos revolucionários, os liberais são evolucionistas. O Brasil não estaria pronto para fazer tudo de uma vez".
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