sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Dono da Localiza, Salim Mattar mostra aparelhamento estapafúrdio feito por Dilma e planos de Guedes e Bolsonaro para reversão



Em palestra no "2º Macro Day - Banco BTG Pactual", ocorrida em 2019, Salim Mattar, dono da Localiza e secretário de desestatização do presidente Jair Bolsonaro e de Paulo Guedes,  criticou a elevada carga tributária brasileira e as infindáveis contratações de novos servidores públicos realizadas durante a Era Petista, em especial durante o Governo Dilma.

"A carga tributária bateu 42% do PIB. Alguns podem dizer: não, está errado, é 35%. Não, 35% mais 7,01% do déficit. Temos uma carga tributária de França, de Suécia, mas tem uma contraprestação de países subdesenvolvidos. Em alguns casos, de países africanos. Na realidade, a arrecadação de impostos é muito elevada no Brasil", encetou.

"A Reforma Tributária prevista pelo governo tem uma coisa interessante que vamos gostar de ouvir. Vamos definir o imposto único de tanto. (...) Se, por acaso, passar, ele é regulado e baixa um pouquinho. Se continuar, baixa de novo. A garantia de ter um teto de impostos. Quando tivemos isso no Brasil? Um governo liberal cuida, olha mais para o cidadão. Temos muito cuidado na Reforma Tributária para não aumentar. Simplificar", acrescentou.

"O Brasil mudou. Mudou nas últimas eleições. Os brasileiros disseram: queremos uma transformação. Hoje, quem vai para a rua é a favor das coisas que colocam o Brasil em um alicerce tranquilo para o crescimento futuro", avaliou o empresário.
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