terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Jornalista insinua que generais e militares podem deixar de apoiar Bolsonaro e porta-voz, General Rêgo Barros, rebate



O porta-voz da Presidência, General Otávio Rêgo Barros, falou a jornalistas sobre a agenda do presidente Jair Bolsonaro e as atividades dos ministérios. Entre os temas dos ministérios, o porta-voz apontou que o presidente Bolsonaro tem enfatizado que é contrário à taxação da energia solar e conta com o apoio decisivo dos presidentes da Câmara e do Senado. Segundo o porta-voz, a não-taxação estimulará o investimento nesse tipo de energia, e a região Nordeste poderá se tornar a base de uma nova matriz de energia limpa, renovável e democrática.

Questionado se haveria um suposto ‘desconforto’ na ‘ala militar’ do governo, o porta-voz rebateu a pergunta, dizendo que se baseou em ilações da publicação, e que o governo Bolsonaro age como equipe, sem fazer distinções entre servidores militares e civis.

O porta-voz respondeu a uma pergunta sobre a privatização dos Correios, afirmando que o governo Bolsonaro não irá recuar em seus propósitos.  Barros explicou que a estatal já é alvo de estudos para avaliar sua privatização, e lembrou que Bolsonaro disse que, se pudesse, faria a privatização hoje mesmo, mas segue a legalidade.

Barros falou também sobre a sanção do orçamento, que inclui a questão do fundão bilionário para os partidos. Segundo o porta-voz, “tudo indica que não haverá nenhuma modificação”.
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