domingo, 8 de março de 2020

General Mourão concede coletiva sobre 'plano de inteligência' da Amazônia e meta de proteção e desenvolvimento



Em coletiva de imprensa a respeito da criação, por parte do presidente Jair Bolsonaro, do Conselho da Amazônia, o vice-presidente da República, General Mourão, externou os interesses do Brasil na defesa da soberania nacional, na coordenação de esforços entre ministérios e no desenvolvimento econômico da região.

"A criação do Conselho da Amazônia se deu no sentido de organizar as tarefas que o Governo Bolsonaro vem fazendo com relação a essa região. Os mais diversos ministérios possuem políticas públicas voltadas para essa área da Amazônia. No entanto, há superposição de esforços, há falta de informação única que flua de forma consistente e trabalho de inteligência que abasteça todos os ministérios e agências", asseverou.

"Essa foi a visão do presidente: coordenar e integrar os esforços do Governo Federal. Estou indo a todos os estados. Se não houver junção de esforços, inclusive com os governos estaduais, não vamos conseguir cumprir a meta de proteger, preservar e desenvolver a Amazônia", referiu o oficial.

"Podemos utilizar recursos vindos de fora, já que nossos recursos não alcançam todas as necessidades. Temos que avançar, talvez até adiantando, aqui dentro do país, de modo a nós termos aqui dentro do país uma precificação e grandes empresas poluidoras possam fazer a sua contrapartida com proprietários que mantenham sua propriedade intocada e, com isso, recebam recursos. A pessoa vai ver que vai valer muito mais manter a floresta em pé do que derrubada", argumentou ele.
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