segunda-feira, 13 de abril de 2020

Paulo Guedes aborda 'tempos de guerra' e faz apelo ao anunciar reação do Gov. Bolsonaro



Em diálogo ao vivo com membros da CNDL, Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, na primeira semana de abril, Paulo Guedes - ministro da Economia do Governo Bolsonaro - abordou as dificuldades enfrentadas pela economia do país e o esforço do Governo Federal para conter danos e recuperar a capacidade econômica dos brasileiros.

"Em tempos de guerra, você só sabe o seguinte: nós vamos fazer o possível, vamos fazer o máximo, vamos ter energia, vamos ter resiliência, vamos fazer o certo. Se vai durar um mês, se vai durar dois meses, se vai durar três meses. Nós seguimos e, por enquanto, a orientação é médica. Vale o que a ciência e a medicina estão dizendo, mas o presidente já deu o alerta e falou que está vindo a segunda onda", asseverou Guedes.

"Os senhores são testemunhas de que a observação do presidente é importante, é relevante. Em vez de ser simplesmente uma reação de negação, de dizer que não é importante. Os senhores sabem que a saúde vem em primeiro lugar, mas a segunda onda vem aí e precisamos estar preparados para enfrentá-la. A nossa atitude foi blindar justamente os mais frágeis", salientou ele.

"Essa foi a orientação do presidente. Proteger a vida, a saúde e os empregos. Injetamos justamente para ajudar os mais frágeis. Mais de R$450 bilhões de crédito. O crédito não chegar é muito ruim. Tem dinheiro na praça e vai ter muito dinheiro para os mais frágeis. A máquina pública está girando no máximo de eficácia que ela consegue (...) Não há nenhuma medida que não tenha passado por mim. Formular as medidas não é simples, também temos de conversar com os congressistas (...) Essa primeira onda foi de saúde, mas nós já estamos nos preparando. Estamos hibernando, mas estamos vivos. Na economia, temos de manter as linhas de abastecimento", complementou o ministro.
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