sábado, 29 de agosto de 2020

Senador, deputados e jornalistas reagem a ataque de Barroso, do STF, contra Bolsonaro



Após Luís Roberto Barroso, ministro do STF, atacar o presidente Jair Bolsonaro afirmando que o chefe de Estado defende a “ditadura”, o senador Arolde de Oliveira, deputados e jornalistas reagiram e apontaram inconsistências e irregularidades do STF.

O senador Arolde de Oliveira assestou a leviandade de Barroso: “‘Temos um Presidente que defende a ditadura e a tortura’, disse o ministro Luís Roberto Barroso, do STF. Agressão inominável à nação brasileira, beira as raias da irresponsabilidade e da leviandade. Penso que o Presidente Jair Bolsonaro deveria determinar ação da AGU na forma da lei”.

O deputado Carlos Jordy, por sua vez, qualificou Barroso como um “militante”. Jordy pontuou: “Barroso parte pro ataque e afirma que o Presidente Bolsonaro defende a ditadura e a tortura. Não é um ministro, é um militante supremo”.

O jornalista Rodrigo Constantino, por seu turno, referiu: “Nossa democracia, então, está ameaçada, mas não tem nada a ver com Bolsonaro ou seus aliados próximos. A ameaça vem do próprio Supremo Tribunal Federal”.

Márcio Gualberto, deputado estadual, avaliou que Barroso não está à altura do cargo. Gualberto salientou: “O Ministro Barroso, indigno ministro do STF e atual presidente do TSE, está procurando uma justificativa para cassar a chapa Bolsonaro-Mourão. Já sabe que não a terá, e por isso fica denegrindo a imagem do PR perante a comunidade internacional. Além de mentiroso, é muito irresponsável”.

Roberto Jefferson, presidente do PTB, aproveitou o ensejo para apontar a emergência da “ditadura do Judiciário”: “Mas, afinal, a que ditadura Barroso está se referindo? A única ditadura que temos é do Poder Judiciário que tirou do ar contas de redes sociais, que mandou prender jornalistas sem qualquer prova contra eles, que está perseguindo influenciadores apenas porque defendem Bolsonaro. 

Roberto Jefferson acrescentou uma citação: “Não esqueçamos que, segundo a justificativa de Toffoli para abrir o inquérito do fim do mundo, basta que um ministro do STF esteja presente para que o lugar seja considerado recinto do Supremo. Barroso, portanto, estava no STF quando criticou o presidente da República. Não pode”

O Deputado Luiz Lima, aliado do presidente Jair Bolsonaro, referiu: “O comportamento do presidente pode ser analisado por comentaristas políticos. Jamais por um ministro do STF! O papel do juiz é interpretar e aplicar a Constituição Federal. A fala do ministro Barroso hoje no evento da Fundação FHC é infeliz, inoportuna e tem cheiro de fake news”.

Adrilles Jorge, comentarista da Jovem Pan, destacou: “A fala de Barroso traduz o espírito exato do STF: criar uma ditadura imaginária no governo, espalhar esta mentira pro mundo para projetar uma ação ditatorial que cerceia vozes conservadoras e prende  pessoas sem processo legal. É a face hedionda do progressista ditador. O progressista  tem um viés autoritário de crer que é uma luz que clareia a ignorância popular e conduz o povo. Mas o STF foi além: mente para poder perseguir vozes dissonantes. Usam da democracia para solapar a liberdade. É assustador. Supremo  tribunal da mentira global”.

Ele prosseguiu: “O STF suspende a ação policial para combater o crime em favelas alegando excessos da polícia. O STF nega e sublima a ação de criminosos reais, demoniza quem combate o crime e condena  o crime de pensamento e intenção em  inquéritos ilegais.  O STF é fake news travestida de justiça”.

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