terça-feira, 1 de setembro de 2020

Alexandre Garcia aborda excessos do STF, compara o Japão com o Brasil e dá lição para o futuro do país



Em entrevista à FUNAG - Fundação Alexandre de Gusmão -, vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, o jornalista Alexandre Garcia deu uma importante lição ao comparar os resultados dos japoneses fazendo uso do território do Japão e os feitos obtidos pelos brasileiros com o que denominou “continente brasileiro”.

O jornalista encetou: “A comparação que faço ao final de minhas palestras é uma hipótese acadêmica: suponhamos que seja possível trocar de população com o Japão. Que transferíssemos para o Brasil os 150 milhões de japoneses e, para o arquipélago japonês, transferíssemos os 215 milhões de brasileiros. E esperássemos 10 anos”.

Ele prosseguiu: “O Japão não tem riquezas de subsolo, tem um solo horrível para agricultura, muito acidentado, além de desastres naturais. Vamos esquecer o Japão. Aqui, com esse subsolo que nem nós imaginamos quanta riqueza terá. Esse regime de chuvas, esse clima maravilhoso, essa abundância de solo. Já somos um dos maiores fornecedores de alimentos. Enfim, com esta situação, 150 milhões de japoneses aqui em 10 anos, todos respondem que seria a primeira potência do mundo”

Ele concluiu dando uma lição para os brasileiros: “Eu respondo: como os japoneses não virão, vocês estão reconhecendo que a responsabilidade é nossa. Nós podemos, temos esse potencial. Que a vergonha caia sobre nós se continuarmos parados, empurrando para baixo, em vez de levarmos esse Brasil para cima”. 

O comunicador abordou, ainda, como o STF “não foi eleito” e não tem “poderes administrativos ou legislativos”, sendo restrito a julgar com base na Constituição Federal.


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