quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Deputados e jornalistas retrucam ataque de Edson Fachin, ministro do STF, contra Bolsonaro



O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, afirmou que, nas eleições de 2022, a população terá que “fazer uma escolha entre um projeto democrático e um autoritário”, entre outras declarações de cunho político. As declarações do ministro causaram indignação na sociedade e levaram as pessoas a se manifestarem contra o ministro nas redes sociais e nos meios de comunicação. 

A deputada Bia Kicis reagiu ao vídeo perguntando: ‘Ministro do STF e do TSE fazendo campanha eleitoral?”.

O jornalista Paulo Mathias questionou: “Em live, o ministro Fachin soltou todos os clichês possíveis para atacar o governo: "ameaça à democracia, projeto autoritário, desrespeito às instituições", e por aí vai. Foi praticamente uma campanha eleitoral, vindo do vice-presidente do TSE. Como exigir respeito agindo assim?”

Questionado sobre qual seria o significado de “endoautoritarismo”, o comentarista Adrilles Jorge afirmou que o endoautoritarismo estava presente no próprio discurso do ministro, que ilustrava perfeitamente “um autoritarismo progressista, que se unge de luzes, que vai esclarecer a população para além do voto”. Adrilles apontou o absurdo da fala do ministro, que se colocou, em sua opinião, como um “torcedor” daqueles que se colocam contra o governo Jair Bolsonaro. Para Adrilles Jorge, a fala do ministro mostrou ainda que ele menospreza a religião e o direito à defesa dos cidadãos, além de ignorar o fato de que a velha imprensa “constrói fake news constantemente contra o presidente”. 

Adrilles Jorge apontou ainda: Fachin “menospreza, sobretudo, o caráter autoritário de um supremo tribunal inquisitorial que cria, arbitrariamente, um inquérito ilegal, ilegítimo, sem crime tipificado, para perseguir vozes dissonantes desse pseudo-progressismo que quer ungir de luzes escuras a democracia brasileira. Se há um órgão que cospe nas instituições e cospe em si mesmo, é o Supremo Tribunal inquisitorial que a gente tem, infelizmente”.

O comentarista resumiu: “Quem atropela a democracia é o futuro vice-presidente do TSE, fazendo uma torcida escancarada para seus próprios princípios, querendo tolher o direito do cidadão livre de escolher os seus valores. É asquerosa a fala do ministro Fachin”;

O deputado Carlos Jordy compartilhou o vídeo com a fala de Adrilles Jorge e acrescentou: “Fachin não age como Ministro do supremo, mas como militante, e já está em campanha contra a reeleição do Presidente Bolsonaro. E quem é que ataca as instituições mesmo?”. O deputado Daniel Silveira também compartilhou o vídeo, e, na legenda, ironizou: “No Grand Prix dos abomináveis ativistas jurídicos da nem tão suprema corte, Edson Fachin se revela um dos favoritos”. 

O deputado Daniel Silveira também compartilhou vídeo do jornalista Guilherme Fiúza e acrescentou: “Os ministros do STF se revezam nos ataques ao presidente Bolsonaro. Dessa vez foi o patético Fachin e sua política contra fascismo imaginário”. 

No vídeo, o jornalista Guilherme Fiuza afirmou: “Esses personagens da Suprema Corte já entenderam que tem uma certa mídia que vai dar sempre um espacinho, que é só o que eles querem na vida. Você acha que uma pessoa que está fazendo comício desse tipo quer julgar alguma coisa? Eles são políticos, né?”. 

Fiuza acrescentou: “ele entende, político que é, que esse discurso lhe renderá algumas manchetes, alguns títulos, um espacinho numa determinada mídia que vive, hoje,  da mesma coisa que ele vive - de atacar o fascismo imaginário”.

O jornalista apontou ainda: “É esse juiz que tomou uma decisão trágica de proibir a polícia de entrar nas regiões mais violentas, onde tem a população mais vulnerável, sujeita ao crime organizado. A ação da polícia, a ação do Estado para a proteção da população mais vulnerável está coibida por uma decisão desse personagem, que a gente acabou de ver falando, e que evidentemente está fazendo política da mesma ordem que é essa decisão irresponsável de desassistir, desproteger um população vulnerável para fingir que está fazendo uma política pacifista contra o fascismo imaginário”.

O deputado Carlos Jordy também compartilhou o vídeo de Fiuza e acrescentou: “Não temos uma suprema corte, temos um prédio com togados que militam por suas próprias causas e ideologias sem respeito algum ao Presidente da República. Fachin, você não é um juiz, você é um militante!”


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