sábado, 19 de setembro de 2020

Globo usa manchetes para criar narrativas falsas e atacar diariamente o governo, diz Secom



A Secretaria de Comunicação do governo federal respondeu a mais uma narrativa da rede Globo, afirmando que a emissora escolhe temas de acordo com uma campanha permanente contra o governo Jair Bolsonaro. Segundo a Secom, “Os veículos das Organizações Globo usam manchetes para criar narrativas falsas, bem distantes da boa prática jornalística, e atacar diariamente o Governo e seus ministros, com o objetivo de tentar desgastar sua imagem”. 

Ouça o texto divulgado pela Secom:

Em relação à matéria “PF investiga financiamento do governo a sites antidemocráticos”, publicada no jornal O Globo, a Secretaria Especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações esclarece:

1. A política de comunicação da Secom na distribuição de verbas publicitárias é estritamente técnica e segue os critérios constitucionais de impessoalidade, legalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

2. Como já foi reiterado por diversas vezes pela Secom, inclusive ao jornal O Globo, a distribuição da publicidade digital oficial do Governo Federal é de responsabilidade do Google Ads, que utiliza inteligência artificial e distribui as peças de forma automatizada.

3. O interesse e o destaque dado à informação da investigação pelo O Globo é consequência de sua permanente campanha contra a política de Comunicação Social do governo.

4. Os veículos das Organizações Globo usam manchetes – como essa da edição de hoje do O Globo – para criar narrativas falsas, bem distantes da boa prática jornalística, e atacar diariamente o Governo e seus ministros, com o objetivo de tentar desgastar sua imagem.

5. A Secom respeita a liberdade de imprensa, assim como a liberdade de expressão de todo cidadão brasileiro e dos veículos de comunicação, mas condena esse tipo de campanha que não ajuda ao país nem a democracia.

6. A Secom continuará com seu trabalho técnico, cumprindo com sua obrigação de informar a população das ações do Governo Federal, sempre respeitando os critérios constitucionais já elencados.

A Secom também respondeu ao site O Antagonista, após a revelação de que o próprio site recebia verbas federais, em valores bem superiores aos de sites independentes. Após a revelação, o Antagonista admitiu que os responsáveis pelos sites não têm qualquer controle sobre quem anuncia neles, mas não se retratou da narrativa que criou contra seus desafetos. Ao responder ao Antagonista, a Secom apontou: “Cabe a O Antagonista e outros veículos se retratarem com jornalistas das mídias independentes, a quem acusaram levianamente”


Ouça o texto veiculado pela Secom: 

“01. Entre maio e junho deste ano, o Governo e a Secom foram acusados por parte da imprensa de direcionar verba publicitária de forma indevida. Explicamos e demonstramos que isso não existe. 

02. Porém, ignorando os fatos, parte da imprensa seguiu insistindo na narrativa mentirosa e desinformante. Agora, parte da imprensa admite ter recebido valores através do Google, o que confirma que não houve direcionamento por parte do Governo Federal.

03. Cabe a O Antagonista e outros veículos se retratarem com jornalistas das mídias independentes, a quem acusaram levianamente.  Muitos dos independentes receberam do Google AdSense valores abaixo de CINCO REAIS, valores muitas vezes menores do que os do próprio Antagonista”.

Em 14 de junho, a Secom havia veiculado um vídeo respondendo às acusações infundadas. A Secom disse: “Por má vontade ou incapacidade, há jornalistas que insistem na mentira de que a Secom direcione recursos de publicidade. Para que não restem mais dúvidas, desenhamos como a coisa funciona, facilitando ao máximo a compreensão”.

Em 17 de junho, o governo reiterou: “Parte da imprensa insiste na já desacreditada narrativa de que o Governo Federal distribui verba publicitária intencionalmente para “sites inadequados”. Quem distribuiu os anúncios (no valor total de R$ 500,00), inclusive para sites da oposição, foi o Google, sem intervenção do Governo. Veicular meias verdades é espalhar a desinformação. A imprensa tem um papel muito importante na democracia, e quando um veículo se recusa a contar a história completa e verdadeira, está fazendo um desserviço a seus leitores e ao Brasil”.


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