quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Ministro Ernesto Araújo rebate narrativas sobre política externa do governo Bolsonaro: ‘diplomacia não é covardia'



O ministro Ernesto Araújo compareceu hoje ao Senado, onde falou à Comissão de Relações Exteriores sobre a visita do secretário de Estado Mike Pompeo, dos Estados Unidos, à operação Acolhida, em Roraima. Ernesto Araújo respondeu a uma série de perguntas e explicou as posições do governo Bolsonaro para a política externa. 

Ao responder a uma narrativa que dizia que o Brasil estaria abandonando uma suposta posição “pacificadora”, o ministro explicou a importância de trabalhar com a realidade dos fatos. Falando sobre a ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela, Ernesto Araújo explicou que é a própria ditadura que ameaça a paz e a segurança em todo o continente. 

Araújo acrescentou: “A gente não pode usar a ideia da paz e da atitude pacificadora como um elemento para ignorar a realidade”. O ministro afirmou que diplomacia não é covardia, exige coragem, e por vezes se choca com interesses muito claros. 

O ministro Ernesto Araújo explicou ainda que a diplomacia brasileira obedece aos princípios constitucionais, inclusive a busca da paz, a prevalência dos Direitos Humanos, e a autodeterminação dos povos. Araújo afirmou que, de acordo com a Constituição, temos que trabalhar pelos Direitos Humanos na Venezuela, e acrescentou que os governos anteriores, que permitiram o surgimento de um descalabro como Maduro, ajudando inclusive financeiramente, em prejuízo dos contribuintes brasileiros, é que “são aqueles que feriram de maneira direta a Constituição Federal”. 


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