sábado, 31 de outubro de 2020

Paulo Guedes expõe como Bolsonaro evitou convulsão social durante a crise e destrincha modelo ‘falido’



Em pronunciamento no decorrer de debate em comissão mista do Congresso Nacional, Paulo Guedes, ministro da Economia do Governo Bolsonaro, ressaltou como está sendo suplantado o modelo de “campeões nacionais” e privilégios na gestão dos recursos públicos, enfatizou como projetos geridos pelo presidente Jair Bolsonaro durante a crise debelaram o risco de convulsão social e ressaltou a importância de os servidores públicos terem consciência da situação que o país atravessa.

No que tange à gestão dos governos passados, Guedes sublinhou: “É um modelo que nos conduz à ineficiência, ao uso inadequado de recursos públicos, com empréstimos a campeões nacionais, com privilégios que nós tínhamos com o uso de recursos públicos, com subsídios generalizados para quem não precisa, com pagamento de juros excessivos por endividamento em bola de neve. Da mesma forma, mantivemos o funcionalismo, porque estamos perdendo milhões de empregos, empresas fechando, uma crise econômica aparentemente incontornável, não é? Quando começou o ano, era um ambiente de pânico, de total perspectiva de descontrole – social, inclusive. Então, não fazia o menor sentido falar em aumento de salários. E nós insistimos com isso mesmo em meio à confusão”.

O ministro explicou, ademais, a necessidade de levar todos os brasileiros em consideração ao gerir os recursos públicos: “Quando soltamos os recursos para Estados e Municípios, reafirmamos a crença no federalismo, mais uma vez. Foi um custo político para mim, um custo político para o Presidente, mas era a nossa missão, era o nosso dever proteger as finanças de Estados e Municípios, em vez de permitir que pressões… Eu usei até essa expressão à época: você não pode distribuir as medalhas antes da guerra. A guerra vai começar, está começando, e você já está dando medalha para todo mundo? Não vai sobrar munição; você vai gastar em medalha o que era para ter feito em munição contra o coronavírus. Então, nós mantivemos sempre esse norte e, ao mesmo tempo, cumprimos a determinação do Presidente que é: vamos fazer o maior esforço, porque nenhum brasileiro pode ficar pra trás; vamos proteger vidas e empregos”.

Dessa forma, ele esclareceu como um estado de pânico e convulsão social foi afastado: “Assim que chegou a permissão constitucional, nós lançamos os programas mais bem-sucedidos. Fazendo agora uma avaliação do combate ao coronavírus, um programa extraordinariamente bem-sucedido foi o auxílio emergencial – hoje todos nós sabemos – para evitar uma convulsão social justamente entre os mais vulneráveis, que ficariam expostos nessa crise. Esse auxílio emergencial conseguiu isso”.


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