sábado, 28 de novembro de 2020

Advogado de Trump, Giuliani explica como está apresentando provas apesar da censura: ‘os números são assustadores’


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou um vídeo do ex-prefeito de Nova York, Rudy Giuliani, que atualmente integra sua defesa e busca provar que a eleição americana foi fraudada. No vídeo, Giuliani concede uma entrevista à NewsMax, quando fala sobre a estratégia jurídica de Trump. 

Giuliani foi questionado sobre um recurso rejeitado na Pensilvânia e explicou que, para a campanha, o mais importante é que suas testemunhas sejam ouvidas e as provas sejam apresentadas. O ex-prefeito explicou: “O juiz não quis ouvi-las, mas conseguimos uma audiência com parlamentares estaduais. Nesse sentido, alcançamos nosso objetivo.  Queríamos conseguir, apesar de toda a censura, mostrar que temos provas, e são muitas”. 

Rudy Giuliani falou sobre a audiência pública da semana passada, em que diversas pessoas testemunharam sobre fraudes que observaram na contagem de votos. Giuliani disse: “Levamos testemunhas. Pessoas que observaram a fraude. Viram cédulas serem colocadas nas máquinas de contagem 5 vezes seguidas. Viram observadores serem expulsos do local. Tivemos testemunhas que disseram que, em algumas partes do estado, foi permitido “consertar” votos “errados”. Isso é falsificação. E ainda teve essa situação muito estranha, em que houve muito mais votos pelo correio do que foram enviados pelas autoridades. Cerca de 200 mil”. O ex-prefeito apontou que as testemunhas são pessoas qualificadas, inclusive um especialista em cibersegurança, e que todas poderiam ser processadas pelo crime de perjúrio caso estivessem mentindo. 

Giuliani disse: “Os números são assustadores. Eles roubaram mais de 700 mil votos. É uma fraude imensa”. Ele explicou ainda que a Pensilvânia é apenas o primeiro estado, e há outros. E afirmou: “Não pudemos apresentar nossas provas. O juiz nos rejeitou, ele simplesmente decidiu que nossas alegações não eram verdadeiras. Nós vamos conseguir um bom juiz. Mas agora não podemos esperar. A Constituição dos EUA coloca a escolha do presidente nas mãos dos legisladores estaduais. Não o governador, não o procurador-geral. Os legisladores estaduais. Então, estamos procurando cada legislador e explicando que eles não podem certificar aqueles votos, porque estarão certificando uma fraude. Biden não recebeu aqueles votos. Alguns daqueles votos foram obtidos colocando a mesma cédula na máquina 5 vezes. Temos testemunhas na Pensilvânia, em Michigan e no Arizona. Eles seguem o mesmo padrão fraudulento nas cidades grandes, onde os Democratas têm controle ditatorial e muita corrupção”. 

Questionado se estava utilizando uma estratégia política ou jurídica, Giuliani respondeu: “Estamos fazendo as duas coisas, com a mesma velocidade e o mesmo entusiasmo, o que for mais rápido vai funcionar. Não temos muito tempo, e temos muitas provas. E há muita censura, então é difícil levar essas provas ao conhecimento do público. O público só tem uma ideia da situação. A situação em Michigan foi pior que na Pensilvânia. A situação em Wisconsin era revoltante, com todos aqueles votos que ninguém pediu. Em Nevada, eles usaram uma máquina e ninguém conferia as assinaturas. Eles roubaram. Trump estava muito à frente na noite da eleição. É impossível que Biden ultrapassasse Trump em todas aquelas cidades”. Giuliani acrescentou: “Eles escolheram cidades que estão sob controle há 20, 30, 50, 60 anos, completamente corrompidas, inclusive alguns juízes”. 

O repórter perguntou ainda se o viés da velha imprensa tem impacto sobre as ações. Giuliani respondeu: “Tem um impacto. Eles não cobrem a apresentação de provas. Se houvesse testemunhas assim contra Trump, eles apresentariam cada detalhe. Cada testemunha seria mostrada por dias”. 


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