sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Bolsonaro relata consequências do aparelhamento em ministérios: ‘um país não pode sobreviver assim’



Ao conversar com cidadãos na saída do palácio do Alvorada esta manhã, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a importância da Educação e dos prejuízos causados pelo aparelhamento dos ministérios. Bolsonaro falou da quantidade de novas patentes obtidas pela China e afirmou que aqui, não temos uma massa humana preparada desde cedo, devido ao “aparelhamento monstruoso na educação”. 

Bolsonaro lembrou que, em exames internacionais como o PISA, o Brasil ocupa as últimas posições, pois os alunos não têm sequer conhecimentos básicos. O presidente questionou: “Qual o futuro nosso? Esse pessoal cresce, vai no mercado de trabalho com formação deficitária, vai fazer o quê? Vai sempre estar subempregado. Vai viver do quê? De projetos sociais?  Um país  não pode sobreviver assim. Um país riquíssimo. Ninguém tem o que nós temos”. 

O presidente lamentou a campanha de desinformação que, para atacar Bolsonaro, ataca todo o Brasil. Bolsonaro disse: “muitas vezes nós, aqui, fazemos propaganda contra nós, quando se fala em região amazônica. Nós mesmos. O cara nunca saiu do apartamento e fica criticando. Vai lá ver como é. A Bacia Amazônica não pega fogo, não existe isso. Por que muitos países criticam? Querem nos tirar a autonomia e nos tirar o mando da região, que é uma região riquíssima. Ninguém está preocupado com terra pobre. Não interessa. Essa campanha massiva contra a gente é terrível. Ontem mostrei um “DNA” da madeira, para onde está indo. Os países que mais nos criticam são os que mais importam madeira ilegal do Brasil. Parece que estava bom nos governos anteriores, tava uma maravilha o Brasil”.

Bolsonaro afirmou que, nos governos anteriores, até o Ministério da Defesa foi aparelhado. Ele disse: “Até o Ministério da Defesa, completamente aparelhado do passado. Até Eva Schiavon - casada com o  02 do MST, ocupou cargo estratégico na Defesa no governo Dilma. Até isso acontecia”. E acrescentou: “Se voltarem, não vai ter capacho dele na Defesa. Vai ser ele mesmo na Defesa”. O presidente também disse: “Deus salvou a gente, não fui eu não. Deus salvou a gente. Deu a chance. Agora, tem que aproveitar essa oportunidade, trabalhar para mudar”. 

O presidente reclamou dos ataques diários que sofre, apontando: “Tudo que me acusaram, demonstramos que não era aquilo. Não persegui ninguém no Brasil. Não tem um dia que eu não seja atacado, de forma mais virulenta e covarde possível. Querem me tirar daqui para voltar o que era antes. Vejam o que era antes, como eram os ministérios, tudo aparelhado no Brasil. Agora, tudo funcionando apesar dessa pandemia que nos fez nos endividar. Agora tem uma conversinha de segunda onda. Tem que enfrentar, se tiver, porque se quebrar de vez, seremos um país de miseráveis”. 

Bolsonaro respondeu a uma pergunta sobre a vacina contra o coronavírus, dizendo: “Não vou fazer exercício de futurologia. Tem certas coisas que não pode correr, é igual a uma criança, leva 9 meses para nascer, não pode querer que nasça em 2”. O presidente lembrou que vacinas precisam ser aprovadas pelo Ministério da Saúde e pela ANVISA e apontou: “Vacina é como armamento: Nenhum país compra armamento de outro país se aquele país não usa aquilo lá. Aquele país tem que vacinar seu povo. Para mostrar que não tem problema”. E acrescentou: “No que depender de mim, jamais será obrigatório”. 


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...