sábado, 19 de dezembro de 2020

ABIN reage a novas matérias de revista do Grupo Globo após ministra Carmen Lúcia, do STF, ordenar abertura de inquérito


A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) divulgou nota sobre a criação de uma narrativa pela revista Época, do grupo Globo, que levou a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, a ordenar a abertura de um inquérito. A nota aponta a importância da imprensa “quando praticada de forma livre, profissional e voltada à busca da verdade”. A nota aponta ainda que “a criação de falsas narrativas acarreta danos a pessoas, instituições e à devida formação da opinião pública”, e conclui: “Imprescindível a apresentação dos supostos relatórios e de entrevistas acusatórias às autoridades públicas, para apurações cabíveis pelas instituições oficiais, inclusive de responsabilização pela desinformação”. 

Ouça a nota divulgada pela Agência Brasileira de Inteligência: 

A imprensa cumpre papel fundamental perante a sociedade quando praticada de forma livre, profissional e voltada à busca da verdade. A criação de falsas narrativas acarreta danos a pessoas, instituições e à devida formação da opinião pública.

Matérias jornalísticas acusam a existência de relatórios da ABIN ou do Diretor-Geral com supostas instruções de defesa de parlamentar federal, elaborados de forma não oficial, em texto de aplicativo de mensageria, contudo sem nenhuma demonstração documental ou do inteiro teor das mensagens.

As matérias faltam com a verdade. Nenhum relatório foi produzido com tema, assunto, texto ou o título exposto, tampouco a forma e o conteúdo dispostos correspondem a relatórios confeccionados por servidores em atividade na ABIN.

As notícias apontam possíveis condutas ilícitas e desvio de finalidade respaldadas apenas em trechos mal redigidos, com linguajar atécnico e sem relação com a atividade de Inteligência.

Nenhum documento, relatório ou informe de defesa em processo criminal foi transmitido por qualquer meio a parlamentar federal ou a sua defesa através do Diretor-Geral, Diretores, Coordenadores ou Assessores.

A imputação por qualquer pessoa de vinculação dos supostos relatórios à ABIN ou ao Diretor-Geral é equivocada ou deliberadamente realizada com objetivo de desacreditar uma instituição de Estado e os servidores que compõem seus quadros.

Imprescindível a apresentação dos supostos relatórios e de entrevistas acusatórias às autoridades públicas, para apurações cabíveis pelas instituições oficiais, inclusive de responsabilização pela desinformação.

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